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Tormento

Tião Carreiro e Pardinho

Tormento

A madrugada vem surgindo lentamente
E a longa noite vai chegando ao seu final
E no delírio que perturba minha mente
Não há remédio pra curar-me desse mal
Quantos cigarros destruídos em fumaça
Eu não consigo nem assim me distrair
Neste tormento mais uma noite se passa
Mais uma noite que eu passo sem dormir
Neste tormento mais uma noite se passa
Mais uma noite que eu passo sem dormir

Estou cansado de chamar pelo teu nome
Sou obrigado te encontrar onde estiver
Para cumprir a sorte ingrata de um homem
Que se derrota pelo amor de uma mulher
O meu destino é como a luz que se apaga
E como a sombra a vagar sem direção
E como um barco que perdido se naufraga
No mar imenso da maldita perdição
E como um barco que perdido se naufraga
No mar imenso da maldita perdição

Entre soluços aguardei a tua volta
Na ânsia amarga do eterno sofrimento
Em desespero minha alma se revolta
Envenenada pela dor deste tormento
Viver ausente é cruel destino nosso
Minha esperança para sempre foi perdida
Quero voltar para teus braços mas não posso
Estou caído no inferno desta vida
Quero voltar para teus braços mais não posso
Estou caído no inferno desta vida

Tormento

La madrugada va surgiendo lentamente
Y la larga noche llega a su fin
Y en el delirio que perturba mi mente
No hay remedio para curarme de este mal
Cuántos cigarrillos destruidos en humo
No logro distraerme de ninguna manera
En este tormento otra noche pasa
Otra noche que paso sin dormir
En este tormento otra noche pasa
Otra noche que paso sin dormir

Estoy cansado de llamar por tu nombre
Estoy obligado a encontrarte donde sea
Para cumplir el destino ingrato de un hombre
Que es derrotado por el amor de una mujer
Mi destino es como la luz que se apaga
Y como la sombra vagando sin rumbo
Y como un barco que se pierde y naufraga
En el inmenso mar de la maldita perdición
Y como un barco que se pierde y naufraga
En el inmenso mar de la maldita perdición

Entre sollozos esperé tu regreso
En la amarga ansia del sufrimiento eterno
En desesperación mi alma se rebela
Envenenada por el dolor de este tormento
Vivir ausente es nuestro cruel destino
Mi esperanza se perdió para siempre
Quiero volver a tus brazos pero no puedo
Estoy caído en el infierno de esta vida
Quiero volver a tus brazos pero no puedo
Estoy caído en el infierno de esta vida

Escrita por: Sebastião Victor, Pardinho