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A Canção do Pirata (II)

Tierra Santa

La Canción Del Pirata (II)

A la voz de barco viene
Es de ver como vira y se previene
A todo trapo escapar
Que yo soy el rey del mar

Y mi furia has de temer
En las presas yo divido
Lo cogido por igual
Solo quiero por riqueza
La belleza sin rival

Sentenciado estoy a muerte
Yo me río, no me abandone la suerte
Y al mismo que me condena
Colgaré de alguna entena

Quizá de su propio navío
Y si caigo, ¿qué es la vida?
Por perdida ya la di
Cuando el yugo del esclavo
Como un bravo sacudí

Son mi música mejor
Aquilones el estrépito y temblor
De los cables sacudidos
Del negro mar los bramidos

Y el rugir de mis cañones
Y del trueno al son violento
Y del viento al rebramar
Yo me duermo sosegado
Arrullado por el mar

Que es mi barco mi tesoro
Que es mi Dios, mi libertad
Mi ley, la fuerza y el viento
Mi única patria la mar

A Canção do Pirata (II)

A voz de um navio vem
Da pra ver como vira e se previne
A toda velocidade escapar
Que eu sou o rei do mar

E minha fúria tens de temer
Nas presas eu divido
O roubado por igual
Só quero por riqueza
A beleza sem rival

Sentenciado estou a morte
Eu rio, não me abandonei a sorte
E ao mesmo que me condera
Pendurarei em algum mastro

Quem sabe em seu próprio navio
E se pergunto, "o que é a vida?"
Por perdida ja a dei
Quando o jugo de escravo
Como destemido, eu tremi

É minha música preferida
Ventos fortes, o rugido e o tremor
Dos cabos sacudidos
Do negro mar os rugidos

E o rugir dos meus canhões
E do troar ao som violento
E do vento a ressoar
Eu durmo sossegado
Embalado pelo mar

Que é meu barco, meu tesouro
Que é meu Deus, minha liberdade
Minha lei, a força e o vento
Minha única patria o mar

Escrita por: Tierra Santa