Alazão
Na rua onde eu moro não existem mais caubóis
Eu acho que nas outras também não existe mais
Eu tenho uma garota que me chama de caubói
Caubói pra mim é pouco, eu acho que sou muito mais
E o alazão, e o alazão, e o alazão, e o alazão...
Foi se embora, não deu pra achar
Acho que se ele não voltar eu vou chorar
Foi se embora, não deu pra achar
Acho que se ele não voltar vou me matar
Se eu boto a minha bota bico fino eu sou caubói
Se eu boto a minha calça boca sino eu sou caubói
Se eu ando no cavalo mais ligeiro eu sou caubói
Se eu dobro a aposta e viro o jogo eu sou caubói
E o alazão, e o alazão, e o alazão, e o alazão...
Não vão mais sofrer
Alazão
En la calle donde vivo ya no hay más vaqueros
Creo que en las demás tampoco los hay
Tengo una chica que me llama vaquero
Vaquero para mí es poco, creo que soy mucho más
Y el alazán, y el alazán, y el alazán, y el alazán...
Se fue, no pude encontrarlo
Creo que si no vuelve voy a llorar
Se fue, no pude encontrarlo
Creo que si no vuelve me voy a matar
Si me pongo mis botas de punta fina soy vaquero
Si me pongo mis pantalones acampanados soy vaquero
Si monto el caballo más veloz soy vaquero
Si aumento la apuesta y cambio el juego soy vaquero
Y el alazán, y el alazán, y el alazán, y el alazán...
Ya no sufrirán más