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Tranquilidad, Dolor y Papel

Tom Custódio da Luz

Placidez, Pena e Papel

Eu quero usar chinelo quando for verão.
Eu quero ir pra uma casa de verdade. eu quero pão.
Eu quero um vento corpo inteiro e não quero não.

Me diz que eu ainda abandono esses dias
E dias pra mim o que aparece na água cristalina de um lago
Se eu saísse desta beira e fosse àquela,
Tomasse um gole e descalçasse minhas botinas.
Vinde, que eu não vou de jeito nenhum,
Ainda que almeje um passo algum.
Vem pra me benzer e pra me socorrer de mar.

Sopra não meu rosto, lindo sol,
Eu vim tão devagar, de tão maldito procurar.
Coze não meus pés, terra de chão.
Vim de nenhum lugar pra ver se aqui encontro perdão.

Tranquilidad, Dolor y Papel

Quiero usar sandalias cuando sea verano.
Quiero ir a una casa de verdad, quiero pan.
Quiero un viento de cuerpo entero y no quiero no.

Dime que todavía abandono estos días
Y días para mí lo que aparece en el agua cristalina de un lago
Si saliera de este borde y fuera a aquel,
Tomara un trago y me quitara mis botines.
Ven, que no me voy de ninguna manera,
Aunque anhele un paso alguno.
Ven a bendecirme y a socorrerme del mar.

No sopla en mi rostro, hermoso sol,
Vine tan lentamente, buscando tan maldito.
No quemes mis pies, tierra de suelo.
Vine de ningún lugar para ver si aquí encuentro perdón.

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