Onirica
Fui daqui desse mesmo chão
Desde quando era ninho
Arranhei por repetição de ida e volta caminho
Quanto mas eu afundo o chão
O horizonte vizinho que invade o meu ser
Se torna prisão
Quando eu partir
Pra nunca mais querer voltar
Me descumpri
Do que o destino quis traçar
Quando eu partir
Pra nunca mais querer voltar
Desaprender
Que a vida é pouca
Pra trilhar os mil caminhos
Que eu preciso percorrer
Novas sensações pro meu sentido resguardar
Canto um novo alguém pra entrelaçar com meu viver
Pela imensidão que minha nunca foi enfim será
Quando eu partir pra nunca mais querer voltar
Quando eu partir pra nunca mais querer voltar
Meu redor tende a prosseguir num eterno cortejo
Tanto chão entre algum lugar e esse meu vilarejo
Quem daqui chama insensatez
O que eu chamo lampejo a fronteira de si
Deixou de avistar
Quando eu partir
Pra nunca mais querer voltar
Me descumpri
Do que o destino quis traçar
Quando eu partir
Pra nunca mais querer voltar
Desaprender que a vida é pouca
Pra trilhar os mil caminhos
Que eu preciso percorrer
Novas sensações pro meu sentido resguardar
Canto um novo alguém
Pra entrelaçar com meu viver
Nesse radiante
Que agora já vem tarde
Que essa vida em desencontro
Liberdade a de encontrar
Quando eu partir pra nunca mais querer voltar
Quando eu partir pra nunca mais querer voltar
Onírica
Fui desde este mismo suelo
Desde cuando era nido
Rasgué por repetición de ida y vuelta camino
Cuanto más me hundo en el suelo
El horizonte vecino que invade mi ser
Se convierte en prisión
Cuando me vaya
Para nunca más querer volver
Me desobedezco
De lo que el destino quiso trazar
Cuando me vaya
Para nunca más querer volver
Desaprender
Que la vida es corta
Para recorrer los mil caminos
Que necesito transitar
Nuevas sensaciones para resguardar mi sentido
Canto a alguien nuevo para entrelazar con mi vivir
Por la inmensidad que nunca fue mía y finalmente será
Cuando me vaya para nunca más querer volver
Cuando me vaya para nunca más querer volver
Mi entorno tiende a continuar en un eterno cortejo
Tanto suelo entre algún lugar y este mi pueblo
Quien desde aquí llama insensatez
Lo que yo llamo destello, la frontera de sí
Dejó de avistar
Cuando me vaya
Para nunca más querer volver
Me desobedezco
De lo que el destino quiso trazar
Cuando me vaya
Para nunca más querer volver
Desaprender que la vida es corta
Para recorrer los mil caminos
Que necesito transitar
Nuevas sensaciones para resguardar mi sentido
Canto a alguien nuevo
Para entrelazar con mi vivir
En este radiante
Que ahora ya llega tarde
Que esta vida en desencuentro
Libertad ha de encontrar
Cuando me vaya para nunca más querer volver
Cuando me vaya para nunca más querer volver
Escrita por: Tom Drummond