Cavalo Dado
Dizem que cavalo dado
Não se olha os dentes (pois é)
Mas um cavalo sem dente
Eu não quero nem dado (não)
O que é meu eu quero todo
E já no posso mais ficar calado
Dizem que cavalo dado
Não se olha os dentes (não, não, não)
Mas um cavalo sem dente
Eu não quero nem dado
O que é meu eu quero todo
E também quero te empurrar dobrado
Eu já declarei de onde vim
Por onde andei
Já fui e já voltei
Fiz isso até o fim do mês
Agora, seu dotô
Eu não posso saber o que você fez
(Ver se pode!)
Com aquela grana que eu te dei
Pra trazer coisas
Que eu sei que nunca vêm
Eu já declarei de onde vim
Por onde andei
Já fui e já voltei
Fiz isso até o fim do mês
Agora, seu dotô
Eu não posso saber o que você fez
Com aquela grana que eu te dei
Pra trazer coisas
Que eu sei que nunca vêm
Dizem que cavalo dado
Não se olha os dentes (é o que dizem)
Mas um cavalo sem dente
Eu não quero nem dado (não, não, não)
O que é meu eu quero todo
E também quero te empurrar drobado
Dizem que cavalo dado
Não se olha os dentes
Mas um cavalo sem dente
Eu não quero nem dado (não, não, não)
O que é meu eu quero todo
E já não posso mais ficar calado
Caballo Regalado
Dicen que caballo regalado
No se le miran los dientes (así es)
Pero un caballo sin dientes
No lo quiero ni regalado (no)
Lo que es mío lo quiero todo
Y ya no puedo quedarme callado
Dicen que caballo regalado
No se le miran los dientes (no, no, no)
Pero un caballo sin dientes
No lo quiero ni regalado
Lo que es mío lo quiero todo
Y también quiero empujarte doblado
Ya he declarado de dónde vengo
Por dónde anduve
Ya fui y volví
Hice eso hasta fin de mes
Ahora, señor
No puedo saber qué hiciste
(¡A ver si puedes!)
Con esa lana que te di
Para traer cosas
Que sé que nunca llegan
Ya he declarado de dónde vengo
Por dónde anduve
Ya fui y volví
Hice eso hasta fin de mes
Ahora, señor
No puedo saber qué hiciste
Con esa lana que te di
Para traer cosas
Que sé que nunca llegan
Dicen que caballo regalado
No se le miran los dientes (eso dicen)
Pero un caballo sin dientes
No lo quiero ni regalado (no, no, no)
Lo que es mío lo quiero todo
Y también quiero empujarte doblado
Dicen que caballo regalado
No se le miran los dientes
Pero un caballo sin dientes
No lo quiero ni regalado (no, no, no)
Lo que es mío lo quiero todo
Y ya no puedo quedarme callado