Docilidade
O que eu posso ver
Através dessa sala?
E o que eu vim fazer aqui?
Você aí sentada
Sem volta
Espadas penduradas
Que brilham ofuscadas
Elas não estão sós
Tem muitos quadros ao redor
E eu não estou
Esse sapato jogado
E as cortinas balançando
O vento bate frio na janela
A luz penetra envergonhada
Sem volta
Docilidad
Qué puedo ver
A través de esta habitación?
Y qué vine a hacer aquí?
Tú ahí sentada
Sin retorno
Espadas colgadas
Que brillan deslumbradas
No están solas
Hay muchos cuadros alrededor
Y yo no estoy
Este zapato tirado
Y las cortinas meciéndose
El viento golpea frío en la ventana
La luz penetra avergonzada
Sin retorno
Escrita por: Antônio Novaes / Lisa Casé