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1, 2, 3 / Rumbo a Goiânia

Traia Véia

1, 2, 3 / Rumo a Goiânia

De uma cachaça boa, não abro mão
Comigo, briga tem que ser no braço
Só obedeço as ordens do coração
Tudo que vem na cabeça, eu faço

Já montei cavalo brabo
Conquistei muitas mulheres
Dei a volta pelo mundo
Acreditem se quiserem

Pra chegar onde cheguei
Abri mão da vaidade
E passar o que passei
Tem que ter força de vontade

Não me arrependo do que fiz
Faria tudo de novo
Pra chegar até aqui
Sorrir, cantar para o meu povo

Vamos dar as mãos um, dois, três
Quem errar o passo, perde a vez
Vamos dar as mãos um, dois, três
Quem errar o passo, perde a vez

Quero ouvir todos cantando
E quem desafinar, cante outra vez

Vamos dar as mãos um, dois, três
Quem errar o passo, perde a vez
Vamos dar as mãos um, dois, três
Quem errar o passo, perde a vez

É noite, o carro está rugindo, parecendo fera
Voando baixo em campinas, na via anhanguera
Já estou vendo ao longe a linda e doce ribeirão
Toda iluminada feito um céu no chão
Na noite azulada de uma primavera

A saudade já não cabe no meu coração
Grudada como faz na estrada os pneus no chão
Uberaba e uberlândia já deixei pra trás
Em itumbiara, entrando em Goiás
Quase que eu decolo feito um avião

Ei, goiânia
Não deu pra segurar a barra, então eu voltei
Ei goiânia
Avisa aqueles olhos lindos que eu já cheguei
Avisa aqueles olhos lindos que eu já cheguei

1, 2, 3 / Rumbo a Goiânia

De un aguardiente bueno, no renuncio
Conmigo, la pelea tiene que ser a puño limpio
Solo obedezco las órdenes del corazón
Todo lo que se me ocurre, lo hago

Ya monté caballos bravos
Conquisté muchas mujeres
Di la vuelta al mundo
Créanlo si quieren

Para llegar donde llegué
Dejé de lado la vanidad
Y pasar por lo que pasé
Se necesita fuerza de voluntad

No me arrepiento de lo que hice
Haría todo de nuevo
Para llegar hasta aquí
Sonreír, cantar para mi gente

Vamos a dar las manos uno, dos, tres
Quien se equivoque, pierde su turno
Vamos a dar las manos uno, dos, tres
Quien se equivoque, pierde su turno

Quiero escuchar a todos cantando
Y quien desafine, que cante otra vez

Vamos a dar las manos uno, dos, tres
Quien se equivoque, pierde su turno
Vamos a dar las manos uno, dos, tres
Quien se equivoque, pierde su turno

Es de noche, el auto está rugiendo, pareciendo fiera
Volando bajo en Campinas, en la vía Anhanguera
Ya estoy viendo a lo lejos la hermosa y dulce Ribeirão
Toda iluminada como un cielo en el suelo
En la noche azulada de una primavera

La nostalgia ya no cabe en mi corazón
Pegada como hace en la carretera los neumáticos en el suelo
Uberaba y Uberlândia ya dejé atrás
En Itumbiara, entrando en Goiás
Casi despego como un avión

Hey, Goiânia
No pude aguantar la presión, así que volví
Hey, Goiânia
Avisa a esos ojos hermosos que ya llegué
Avisa a esos ojos hermosos que ya llegué

Escrita por: Paulo Debétio, Paiva