Do Porto Ao Cais
Uhhhh uhhhhh
Fecharam o universo natural
Que existia há um tempo, aí dentro de você
Consciente desatino, consciente desatento
Tudo que seus olhos podem ver
Quando você me falou
Eu não acreditei
Disseram que alguém viria
Pra trazer a paz
Todo rancor que existia
Foi do porto ao cais
Eu já nem sei por quê
Uhhhhuh uhhhhuh
A janela cuja tela transparente
Nos revelam o segredo de um homem infeliz
Que te olham como um ser inferior
E ao mesmo tempo
Acredita em quase tudo o que diz
Quando você me falou
Eu não acreditei
Disseram que alguém viria
Pra trazer a paz
Todo rancor que existia
Foi do porto ao cais
Eu já nem sei por quê falou
Você não vai voltar
A ser quem nunca foi
De Puerto a Muelle
Uhhhh uhhhhh
Cerraron el universo natural
Que existía hace un tiempo, ahí dentro de ti
Consciente desatino, consciente desatento
Todo lo que tus ojos pueden ver
Cuando me lo dijiste
No lo creí
Dijeron que alguien vendría
Para traer la paz
Todo rencor que existía
Fue de puerto a muelle
Ya ni sé por qué
Uhhhhuh uhhhhuh
La ventana cuya pantalla transparente
Nos revela el secreto de un hombre infeliz
Que te miran como un ser inferior
Y al mismo tiempo
Cree en casi todo lo que dice
Cuando me lo dijiste
No lo creí
Dijeron que alguien vendría
Para traer la paz
Todo rencor que existía
Fue de puerto a muelle
Ya ni sé por qué hablaste
No vas a volver
A ser quien nunca fue
Escrita por: Jayme Nunes / João Vitor Guimarães