Epopeia De Gilgamesh
Estou ficando velho
As minhas costas doem
Eu não quero morrer!
Ninguém viveu na vida o que eu vivi
Ninguém sofreu na vida o que eu sofri
Lágrimas sentidas
Sorriso franco
Refletem se hoje em dia
Em meus cabelos brancos
Estou ficando velho e acabado
Com cara de cansado!
Eu não quero morrer!
E aquele que quiser a vida eterna
Terá que sofrer!
E se vacilar o cachimbo cairá!
E se vacilar com o cachimbo!
Tristeza. Não tem fim
A minha vida sim!
Epopeia de Gilgamesh
Vida eterna, só em Nibiru
A arvore da vida
Eu encontrei aqui
Mas eu vacilei, eu perdi
Por ela vivo aos trancos e barrancos
Agora em homenagem ao meu fim
Não fale de Nibiru
Perto de mim!
Na terra reinara!
Para Nibiru não ira!
Bolado!
Porque eu vacilei com o cachimbo!
Epopeya de Gilgamesh
Me estoy poniendo viejo
Me duelen la espalda
¡No quiero morir!
Nadie ha vivido en la vida lo que yo he vivido
Nadie ha sufrido en la vida lo que yo he sufrido
Lágrimas sentidas
Sonrisa sincera
Se reflejan hoy en día
En mis cabellos blancos
Me estoy poniendo viejo y acabado
¡Con cara de cansado!
¡No quiero morir!
Y aquel que quiera la vida eterna
¡Tendrá que sufrir!
¡Y si se descuida, la pipa caerá!
¡Y si se descuida con la pipa!
Tristeza. No tiene fin
¡Mi vida sí!
Epopeya de Gilgamesh
Vida eterna, solo en Nibiru
El árbol de la vida
Lo encontré aquí
Pero vacilé, lo perdí
Por él vivo a trompicones
Ahora, en honor a mi final
¡No hables de Nibiru
Cerca de mí!
¡En la tierra reinará!
¡A Nibiru no irá!
¡Enojado!
¡Porque vacilé con la pipa!