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Poco a poco...

Trilobitas

Aos Poucos...

Dias percorrem caminhos sinceros
Refazem minutos, segundos, imensos, besteiras
Agradeço, confio, alcanço, linhas de novos ares desenham
Ao pleno, ao gosto, ao futuro em mundos perfeitos

Sei que tenho que cuidar
Até quando não sei
Quando encontro a paz, você me refaz acredito crescer

Tchu tchu tchururu

Ruas nos correm por veias abertas
Refazem minutos, segundos, imensos, besteiras
Em Cuzco ou foz do Iguaçu, linhas de tantos ares desenham
A contra-pêlo da história, coletivos do remo

Sei que tenho que cuidar
Até quando não sei
Quando a arara de cores e seu voo rasante noturno me fez refazer

Tchu tchu tchururu

Poco a poco...

Días recorren caminos sinceros
Rehacen minutos, segundos, inmensos, tonterías
Agradezco, confío, alcanzo, líneas de nuevos aires dibujan
Al pleno, al gusto, al futuro en mundos perfectos

Sé que debo cuidar
Hasta cuándo no sé
Cuando encuentro la paz, tú me rehaces, creo crecer

Tchu tchu tchururu

Calles nos corren por venas abiertas
Rehacen minutos, segundos, inmensos, tonterías
En Cuzco o en las cataratas del Iguazú, líneas de tantos aires dibujan
A contrapelo de la historia, colectivos del remo

Sé que debo cuidar
Hasta cuándo no sé
Cuando la guacamaya de colores y su vuelo rasante nocturno me hizo rehacer

Tchu tchu tchururu

Escrita por: Heleno Szerwinsk