Sertanejo Forçado
Ai meu deus eu não sei o que faço não
Deixa a minha terra, deixar o meu sertão
Mais pra não ir embora eu já tentei não há recurso
Você sair daqui avulso você sair nos empurrão
Vou recordar o luar da madrugada
O samba de latada numa noite de são joão
O sabiá que cantava a tardinha
E o bando de andorinha numa manha de verão
Mais a saudade vem e chora
Pra que as cinco horas cantava o sol a caminho
Duas coisas que me matam meu benzinho
É ficar de ti ausente, passar sem seu carinho
Forzado a ser Sertanejo
Ay Dios mío, no sé qué hacer
Dejar mi tierra, dejar mi sertão
Pero para no irme ya lo intenté, no hay recurso
Que te vayas de aquí por tu cuenta, que te vayas empujado
Recordaré el resplandor de la madrugada
El samba de latada en una noche de San Juan
El sabiá que cantaba al atardecer
Y la bandada de golondrinas en una mañana de verano
Pero la nostalgia llega y llora
Por las cinco horas en que cantaba el sol en su camino
Dos cosas que me matan, mi amorcito
Es estar sin ti, pasar sin tu cariño
Escrita por: Zé Marcolino