Quando Recordar o Passado
Quando esta voz que hoje canta
Calar na garganta e não mais cantar
Quando esse peito sentido
Que já está ferido, não mais aguentar
Então serei esquecido
Por todos que dizem que gosta de mim
Então viverei escondido
Em um canto esquecido esperando meu fim
E todos que dizem me amar
Vão se afastar ao me ver cair
Ficarei bem distante de todos
Pra que muitos não riam de mim
Ninguém mais ouve as minhas canções
Esta voz que só fala de amor
Porque morrerás para sempre
No silêncio de um trovador
Já estou sentindo o fracasso
Já sinto o cansaço dentro de mim
Pois minha voz que é forçada
Só arranca risada de lábios ruim
Todos que me aplaudiam
Agora sorriem ao me ouvir cantar
Senhor, não deixe eu sofrer
Eu quero dormir e jamais acordar
Quero morrer de uma vez
Para não sentir esta grande dor
O meu nome será relembrado
Na voz de alguns trovadores
Se o Senhor atender minha prece
Aos amigos eu faço um pedido
Para que eu leve meu pinho
Para o meu derradeiro abrigo
Para que eu leve meu pinho
Para o meu derradeiro abrigo
Cuando Recuerde el Pasado
Cuando esta voz que hoy canta
Se calle en la garganta y ya no cante más
Cuando este pecho sentido
Que ya está herido, ya no aguante más
Entonces seré olvidado
Por todos los que dicen que les gusto
Entonces viviré escondido
En un rincón olvidado esperando mi fin
Y todos los que dicen amarme
Se alejarán al verme caer
Estaré muy lejos de todos
Para que muchos no se rían de mí
Nadie más escucha mis canciones
Esta voz que solo habla de amor
Porque morirás para siempre
En el silencio de un trovador
Ya siento el fracaso
Ya siento el cansancio dentro de mí
Pues mi voz que es forzada
Solo arranca risas de labios malvados
Todos los que me aplaudían
Ahora sonríen al escucharme cantar
Señor, no permitas que sufra
Quiero dormir y nunca despertar
Quiero morir de una vez
Para no sentir este gran dolor
Mi nombre será recordado
En la voz de algunos trovadores
Si el Señor escucha mi súplica
A mis amigos les hago una petición
Para que lleve mi laúd
A mi último refugio
Para que lleve mi laúd
A mi último refugio
Escrita por: Barrerito / Dep. Alfredinho / Vivi