Trovão Azul
Tô no volante, do trecho sou estradeiro
Eu sou um caminhoneiro, minha cara tá dizendo
Cortando estrada do Rio Grande ao Grande Rio
Seja com calor ou frio com sol, chuva ou sereno
No pára-choque escrevi Trovão Azul
Vou pro norte, vou pro sul sem ter dia pra voltar
Quando a saudade no meu peito não se aquieta
Minha canção predileta já tem me feito chorar
As andorinhas voltaram e eu também voltei
Pousar no velho ninho que um dia aqui deixei
É sempre assim de norte a sul
Cortando estrada no meu trovão azul
Trueno Azul
Estoy al volante, del camino soy viajero
Soy un camionero, mi cara lo está diciendo
Cortando caminos del Río Grande al Gran Río
Ya sea con calor o frío, con sol, lluvia o sereno
En el parachoques escribí Trueno Azul
Voy al norte, voy al sur sin un día para volver
Cuando la nostalgia en mi pecho no se aquieta
Mi canción favorita ya me ha hecho llorar
Las golondrinas volvieron y yo también regresé
A posarme en el viejo nido que un día dejé aquí
Siempre es así de norte a sur
Cortando caminos en mi trueno azul
Escrita por: Alcino Alves / Darci Rossi / Mangabinha