Novinho em Folha
Aqui estou eu, novinho em folha
De chapéu de couro, alparcata, culote e gibão
Pra cantar as modas de cabra da peste
Que vem do nordeste do meu torrão
Pra cantar tudo que vem lá da serra
Da minha terra no meu sertão
Eu não tenho reinado, não tenho coroa
Mas dentro da arte, modestia parte
Eu levo a vida tão boa
Trago a zabumba numa sacola
Mas não peço esmola a nenhum cidadão
Novinho em folha estou por aqui
E ninguém vai impedir eu cantar meu baião
Recién salido del horno
Aquí estoy yo, recién salido del horno
Con sombrero de cuero, alpargatas, pantalones bombachos y chaqueta
Para cantar las canciones del hombre del campo
Que vienen del noreste de mi tierra natal
Para cantar todo lo que viene de la sierra
De mi tierra en mi región
No tengo un reino, no tengo corona
Pero dentro del arte, modestia aparte
Llevo una vida tan buena
Traigo el tambor en una bolsa
Pero no pido limosna a ningún ciudadano
Recién salido del horno estoy por aquí
Y nadie va a impedirme cantar mi baión
Escrita por: Carlos Diniz