Assintotas do Medo
Não se sabe, onde nascem
Só do que se alimentam
A cada passo, pago com uma gota, roubada de coragem
Aonde eu vou, chega primeiro, não há como escapar
Com pensamentos, sempre negativos, te deixa aniquilados
Essas são assintotas do medo leve o que sobrou de mim
Não há mais nada, mais parece, que algo me persegue
Influenciam, em minhas decisões, colocam-me de joelhos
Não sobram, muitas lembranças, apenas desespero
Medo são, memorias de fracassos, de minha imaginação
Só fugir passa em minha cabeça
Desistir flui em minhas veias
Essas são assintotas do medo
Essas são assintotas do medo leve o que sobrou de mim
Asíntotas del Miedo
No se sabe, de dónde vienen
Sólo de qué se alimentan
Cada paso, pagado con una gota, robada de coraje
A donde voy, llega primero, no hay cómo escapar
Con pensamientos, siempre negativos, te deja aniquilado
Estas son asíntotas del miedo, llevándose lo que quedó de mí
Ya no hay nada, más bien parece, que algo me persigue
Influyen en mis decisiones, me ponen de rodillas
No quedan muchas memorias, solo desesperación
El miedo son memorias de fracasos, de mi imaginación
Solo huir pasa por mi mente
Rendirse fluye por mis venas
Estas son asíntotas del miedo
Estas son asíntotas del miedo, llevándose lo que quedó de mí
Escrita por: Thiago Souza