2 Anos
Sabia, meu caminho no fim nunca foi sozinho
Noites sem fé embalando baladas
De pé me armando em falsas palavras
Fui a vergonha do sonho perfeito
E o efeito pregou muitas marcas em mim
Fui o algoz do meu próprio destino
Menino valente instrospecto em si
Um futuro incerto mas
Na bagagem com contra a contar
Sempre a margem dos sonhos do mundo
Embalagem pra que? Se eu sou de outro lugar
Expectativa é feita pra quebrar
Sou profissional em nunca compreender
Que depois de anos nada vai mudar
Tanto faz se eu acertar se é o erro que cês vê
Nada mais pode nos abalar
Se o fim é o nosso café da manhã
Faz ideia de como é acordar
Bem mais pobre de ontem, hoje e amanhã
Todo dia eu lutei pra ter fim
No fim eu lutei pra ter todos os dias
São anos em que sobreviver é o termo correto, pra falar da vida
Uma hora qualquer um se cansa
Alguns se entregam ao acaso do fim
Eu lutei tanto pra ter tão pouco
Que esse pouco é muito, pra se entregar assim
Esse papo que é pra engolir sapo
Chega uma hora que ataca a gastrite
Tô cansado de ficar pra baixo
Decidir se desiste ou insiste
Faço por mim e pelos meus não tenho como mudar
Todo o mundo não
Não é preciso fazer muito apenas não atrapalhar
Não sejais cuzão
Faço por mim e pelos meus não tenho como mudar
Todo o mundo não
Não é preciso fazer muito apenas não atrapalhar
Não sejais cuzão
São Jorge me guia, por caminhos de luz e alegria
E nas noites que são tão frias
Minha fé e esperança sejam as companhias
Sem campo pra visão inimiga
Sigo firme em busca da conquista
Suas roupas no corpo me esquivam
Suas armas da guerra me tira
Faço por mim e pelos meus não tenho como mudar
Todo o mundo não
Não é preciso fazer muito apenas não atrapalhar
Não sejais cuzão
Faço por mim e pelos meus não tenho como mudar
Todo o mundo não
Não é preciso fazer muito apenas não atrapalhar
Não sejais cuzão
Não sejais cuzão
Não sejais cuzão
Não sejais cuzão
2 Años
Sabía, mi camino al final nunca fue solo
Noches sin fe meciendo baladas
De pie, armando en falsas palabras
Fui la vergüenza del sueño perfecto
Y el efecto dejó muchas marcas en mí
Fui el verdugo de mi propio destino
Niño valiente introspectivo en sí
Un futuro incierto pero
En la maleta con qué contar
Siempre al margen de los sueños del mundo
¿Empaque para qué? Si soy de otro lugar
La expectativa está hecha para romperse
Soy profesional en no comprender nunca
Que después de años nada cambiará
Da igual si acierto si es el error que ven
Nada más puede sacudirnos
Si el final es nuestro desayuno
¿Tienes idea de cómo es despertar
Mucho más pobre de ayer, hoy y mañana?
Cada día luché para que termine
Al final luché para tener todos los días
Son años en los que sobrevivir es el término correcto, para hablar de la vida
En algún momento cualquiera se cansa
Algunos se entregan al azar del final
Luché tanto para tener tan poco
Que este poco es mucho, para rendirse así
Este discurso que es para tragar sapos
Llega un momento en que ataca la gastritis
Estoy cansado de estar deprimido
Decidir si se rinde o persiste
Lo hago por mí y por los míos, no tengo cómo cambiar
Todo el mundo no
No es necesario hacer mucho, solo no estorbar
No seas idiota
Lo hago por mí y por los míos, no tengo cómo cambiar
Todo el mundo no
No es necesario hacer mucho, solo no estorbar
No seas idiota
San Jorge me guía, por caminos de luz y alegría
Y en las noches que son tan frías
Mi fe y esperanza sean las compañías
Sin campo para la visión enemiga
Sigo firme en busca de la conquista
Tus ropas en el cuerpo me esquivan
Tus armas de guerra me quitan
Lo hago por mí y por los míos, no tengo cómo cambiar
Todo el mundo no
No es necesario hacer mucho, solo no estorbar
No seas idiota
Lo hago por mí y por los míos, no tengo cómo cambiar
Todo el mundo no
No es necesario hacer mucho, solo no estorbar
No seas idiota
No seas idiota
No seas idiota
No seas idiota