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Calles Vacías

Unidade 5

Ruas Vazias

Faz tanto tempo que não te vejo, tá tão difícil te encontrar
Ando por ruas tão vazias, sinto teu cheiro pelo ar
Me sinto preso no silêncio, preciso de você aqui
Todo sorriso se perdeu porque você se foi de mim

Ainda me lembro daqueles beijos que só você sabia dar
Da tua pele tão macia, da tua voz, do teu olhar
O que será que aconteceu, por que você se foi assim?
Será que o nosso amor morreu, por que ninguém contou pra mim?

(Refrão)
Onde está você que não me telefona
Que não me procura, que nada quer de mim
Onde eu errei? Você ainda me ama?

Eu tô aqui te esperando
Sozinho eu chamo você

A gente era muito feliz, vivia a vida sem pensar
De festa em festa noite e dia, cada semana num lugar
Será que você me esqueceu, por que eu guardei você pra mim?
Tenho certeza que sou seu, deve lembrar, juro que sim

Um dia vai, outro vem, uma noite a mais sem te tocar
Fico doente sem você, quero dormir pra não acordar
Será que foi um sonho meu, então me acorde e diz que sim
Meu coração é todo seu, por que você não vem pra mim?

Calles Vacías

Hace tanto tiempo que no te veo, es tan difícil encontrarte
Caminando por calles tan vacías, percibo tu aroma en el aire
Me siento atrapado en el silencio, te necesito aquí
Cada sonrisa se perdió porque te fuiste de mí

Todavía recuerdo esos besos que solo tú sabías dar
Tu piel tan suave, tu voz, tu mirada
¿Qué habrá pasado, por qué te fuiste así?
¿Será que nuestro amor murió y nadie me lo dijo?

(Refrán)
¿Dónde estás que no me llamas?
Que no me buscas, que nada quieres de mí
¿En qué fallé? ¿Todavía me amas?

Estoy aquí esperándote
Solo te llamo a ti

Éramos muy felices, vivíamos la vida sin pensar
De fiesta en fiesta día y noche, cada semana en un lugar
¿Será que me olvidaste, por qué te guardé para mí?
Estoy seguro de que soy tuyo, debes recordar, juro que sí

Un día va, otro viene, una noche más sin tocarte
Me enfermo sin ti, quiero dormir para no despertar
¿Será que fue un sueño mío, entonces despiértame y dime que sí?
Mi corazón es todo tuyo, ¿por qué no vienes a mí?

Escrita por: Daniel Garcia / Glauco Salerno