A Revolta do Boêmio
Se o meu castigo foi a boêmia
É porque não fui tão mal
E o que fiz de bom
Deixei muito a desejar
Seja um louco novato
Ou um antigo ateu
Isso nada quer dizer
Nada disso importa
Nada como o contorno da cadeira que espera
Só as baratas do banheiro do bar sabem da minha vida
Quem falará merda ao trono
Como o rei bufão para as tropas desleais?
Aquele que mata em silêncio
Aquele que nos guia
Rumo ao grande abismo
Da incoerência nua e crua
Avante homens de fé
Marchem para a morte
Morram pra viver
Enquanto bebo o meu vinho
E vomito a toa
Nas suas carcaças
La Revuelta del Bohemio
Si mi castigo fue la bohemia
Es porque no fui tan mal
Y lo que hice bien
Dejé mucho que desear
Sea un loco novato
O un viejo ateo
Eso no quiere decir nada
Nada de eso importa
Nada como el contorno de la silla que espera
Solo las cucarachas del baño del bar saben de mi vida
¿Quién hablará tonterías al trono?
Como el rey bufón para las tropas desleales?
Aquel que mata en silencio
Aquel que nos guía
Rumbo al gran abismo
De la incoherencia desnuda y cruda
¡Adelante hombres de fe!
Marchen hacia la muerte
Muéranse para vivir
Mientras bebo mi vino
Y vomito a lo tonto
Sobre sus carcasas
Escrita por: Sales Paganino