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Historia de Pescador

V A N I T A S

História de Pescador

Então me diz aí
Por que você se prende para ser feliz?
Sorria seja para o que for
Vá e faça esse favor

No mar aberto
Sinto que meu coração tá perto
De encontrar um grande amor
Com meu barco e uma flor

Senta no convés
Passamos por maremotos infiéis
Em um oceano que não dá valor
Nos trava e nos causa dor

Venha me escutar
Pois eu tenho serenatas para contar
De mais um humano pecador
De uma história de pescador

Não se prenda demais
Vai até onde você é capaz
E nunca olhe pra trás
Vê se não desiste do sonho rapaz
Por todos que disseram que não ia conseguir
Por todos os seus medos que veio a adquirir

Salve a sereia do mar
Tá sempre comigo minha mãe Iemanjá
No navio da vida eu vou velejar
Talvez em Atlanta eu venha a me encontrar
Se liga que eu sou cientista e não a cobaia
Não tô nadando a vida inteira pra morrer na praia

Senta no convés
Passamos por maremotos infiéis
Em um oceano que não dá valor
Nos trava e nos causa dor
E venha me escutar
Pois eu tenho serenatas para contar
De mais um humano pecador
De uma história de pescador

Vamos nos afundando cada vez sempre mais
Pelos inocentes que ficam pra trás
Nossa mente é o mais profundo abissal
Pois não enxergamos nosso próprio mal

Vamos nos afundando cada vez sempre mais
Pelos inocentes que ficam pra trás
Nossa mente é o mais profundo abissal
Pois não enxergamos nosso próprio mal

Vamos nos afundando cada vez sempre mais
Pelos inocentes que ficam pra trás
Nossa mente é o mais profundo abissal
Pois não enxergamos nosso próprio mal

Senta no convés
Passamos por maremotos infiéis
Em um oceano que não dá valor
Nos trava e nos causa dor
Venha me escutar
Pois eu tenho serenatas para contar
De mais um humano pecador
De uma história de pescador

Historia de Pescador

Entonces dime
¿Por qué te aferras para ser feliz?
Sonríe sea por lo que sea
Ve y haz ese favor

En el mar abierto
Siento que mi corazón está cerca
De encontrar un gran amor
Con mi barco y una flor

Siéntate en la cubierta
Pasamos por maremotos infieles
En un océano que no valora
Nos atrapa y nos causa dolor

Ven a escucharme
Porque tengo serenatas que contar
De otro humano pecador
De una historia de pescador

No te aferres demasiado
Ve hasta donde eres capaz
Y nunca mires atrás
A ver si no abandonas el sueño, muchacho
Por todos los que dijeron que no lo lograrías
Por todos tus miedos que adquiriste

Salva a la sirena del mar
Siempre está conmigo mi madre Yemanjá
En el barco de la vida navegaré
Quizás en Atlanta me encuentre
Fíjate que soy científico y no conejillo de indias
No he estado nadando toda la vida para morir en la playa

Siéntate en la cubierta
Pasamos por maremotos infieles
En un océano que no valora
Nos atrapa y nos causa dolor
Y ven a escucharme
Porque tengo serenatas que contar
De otro humano pecador
De una historia de pescador

Nos hundimos cada vez más
Por los inocentes que quedan atrás
Nuestra mente es el abismo más profundo
Porque no vemos nuestro propio mal

Nos hundimos cada vez más
Por los inocentes que quedan atrás
Nuestra mente es el abismo más profundo
Porque no vemos nuestro propio mal

Nos hundimos cada vez más
Por los inocentes que quedan atrás
Nuestra mente es el abismo más profundo
Porque no vemos nuestro propio mal

Siéntate en la cubierta
Pasamos por maremotos infieles
En un océano que no valora
Nos atrapa y nos causa dolor
Ven a escucharme
Porque tengo serenatas que contar
De otro humano pecador
De una historia de pescador

Escrita por: V A N I T A S