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Samba Enredo 1984 - El Sol de la Onza Caetana o Espejismos del Sertón

G.R.C.S Vai-Vai

Samba Enredo 1984 - O Sol da Onça Caetana Ou Miragens do Sertão

Irradiante de alegria
Vai vai chegou

Traz o nordeste como tema
Exaltando em poema
Miragens do sertão

Cenário marcado pela tristeza
Mas é sublime a nobreza
Do povo do lugar

Desafiando o sofrimento
O seu canto é lamento
É sorrir pra não chorar
Reina a onça caetana
Reina assombração
Surge o carcará malvado
Acauá canta é verão

A esperança é dom sebastião
É divindade, é fé, é procissão
Que a chuva caia
Para verdejar os campos
No esplendor do meu sertão
Nesse dia o arauto vai tocar
Anunciando que este
Chão vai virar mar
É a consagração
Glória do povo sertanejo

Voa contente arribaçã, ô, ô
Floreceu o meu sertão
Puxa o fole sanfoneiro
Firma o verso cantador

Olê olê, elê olá
É tempo bom
Vamos sorrir
Vamos cantar.

Samba Enredo 1984 - El Sol de la Onza Caetana o Espejismos del Sertón

Radiante de alegría
Va va llegó

Trae al nordeste como tema
Exaltando en poema
Espejismos del sertón

Escenario marcado por la tristeza
Pero es sublime la nobleza
Del pueblo del lugar

Desafiando el sufrimiento
Su canto es lamento
Es sonreír para no llorar
Reina la onza caetana
Reina la aparición
Surge el carcará malvado
Acauá canta, es verano

La esperanza es don sebastião
Es divinidad, es fe, es procesión
Que la lluvia caiga
Para reverdecer los campos
En el esplendor de mi sertón
En este día el heraldo va a tocar
Anunciando que este
Suelo se convertirá en mar
Es la consagración
Gloria del pueblo sertanejo

Vuela contento arribaçã, ô, ô
Floreció mi sertón
Tira del fuelle acordeonista
Firma el verso cantor

Olé olé, ele olá
Es tiempo bueno
Vamos a sonreír
Vamos a cantar.

Escrita por: Elisbão Do Cavaco / Jaco / Mário Sérgio / Penteado / Tadeu Da Mazzei