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De Repente Adiós

Vallentia

De Repente Adeus

Tínhamos tudo nas mãos
Nossos destinos definidos, pés no chão
Mas te segui até aqui e me perdi, não sei voltar

Não quero mais,
ter que esquecer,
abrir mais uma porta.
Voltar atrás,
me reencontrar,
com um caminho que não volta.

Até parece que o tempo não quer mais passar.
Eu olho em volta e não enxergo quase nada.
E a minha mente tenta em vão e não consegue encontrar,
qualquer lembrança, algum passado que eu me reconheça.

Eu já tentei dizer que eu nunca fui igual,
principalmente no que você acha natural
Um belo sonho imaginado, e tudo funcionou,
eu me esqueci, você sentiu, mas não se importou

Alias te mostrei e entreguei os meus sonhos profundos (leve é teu),
Já há um corte, a pele exposta, em mim procuro a vida,
que eu quero ter de volta!

De Repente Adiós

Tínhamos todo en nuestras manos
Nuestros destinos definidos, pies en el suelo
Pero te seguí hasta aquí y me perdí, no sé cómo volver

Ya no quiero
tener que olvidar,
abrir otra puerta.
Retroceder,
reencotrarme,
con un camino que no regresa.

Parece que el tiempo ya no quiere pasar.
Miro a mi alrededor y apenas veo nada.
Y mi mente intenta en vano y no logra encontrar,
cualquier recuerdo, algún pasado en el que me reconozca.

He intentado decir que nunca fui igual,
especialmente en lo que tú consideras natural.
Un hermoso sueño imaginado, y todo funcionó,
me olvidé, tú sentiste, pero no te importó.

De hecho te mostré y entregué mis sueños profundos (liviano es tuyo),
ya hay un corte, la piel expuesta, en mí busco la vida,
¡que quiero recuperar!

Escrita por: Murillo De Paula