Cidade Escarlate
O dia apenas começou
E eu já quero voltar pra casa
Eu já nem sei mais quem eu sou
O Sol começa a se pôr
Sobre a cidade escarlate
Vou devorar o que sobrou
Eu já não sei aonde ir
Eu já não sei a que pertenço
Em meio a tantas faces com o mesmo olhar
Eu já não sei o que sentir
Com o meu corpo cansado e trêmulo
Eu continuo a me levantar
Noite passada sonhei com você
A gente andava por aí
Feito crianças sem hora pra voltar pra casa
Agora que eu cresci sinto vontade de viver
Da forma que a gente planejava
Eu já não sei aonde ir
Eu já não sei a que pertenço
Em meio a tantas faces com o mesmo olhar
Eu já não sei o que sentir
Com o meu corpo cansado e trêmulo
Começo a desmoronar
Eu já não sei aonde ir
Eu já não sei a que pertenço
Em meio a tantas faces com o mesmo olhar
Eu já não sei o que sentir
Com o meu corpo cansado e trêmulo
Começo a desmoronar
E o amanhã fica pra depois
E o amanhã fica pra depois
Fica pra depois
Fica pra depois
Ciudad Escarlata
El día apenas ha comenzado
Y ya quiero volver a casa
Ya ni siquiera sé quién soy
El Sol comienza a ponerse
Sobre la ciudad escarlata
Voy a devorar lo que queda
Ya no sé a dónde ir
Ya no sé a qué pertenezco
En medio de tantas caras con la misma mirada
Ya no sé qué sentir
Con mi cuerpo cansado y tembloroso
Sigo levantándome
Anoche soñé contigo
Íbamos por ahí
Como niños sin hora para volver a casa
Ahora que he crecido siento ganas de vivir
De la forma en que planeábamos
Ya no sé a dónde ir
Ya no sé a qué pertenezco
En medio de tantas caras con la misma mirada
Ya no sé qué sentir
Con mi cuerpo cansado y tembloroso
Comienzo a desmoronarme
Ya no sé a dónde ir
Ya no sé a qué pertenezco
En medio de tantas caras con la misma mirada
Ya no sé qué sentir
Con mi cuerpo cansado y tembloroso
Comienzo a desmoronarme
Y el mañana queda para después
Y el mañana queda para después
Queda para después
Queda para después
Escrita por: Vandrin Rodrigues