O Rei e o Plebeu
A Tua presença me atrai, meu Rei
A Tua unção me faz te desejar
Tua santidade me faz querer
Ser santo só para agradar o Teu ser
O Teu braço forte me faz descansar
O Teu olhar firme vem me tranquilizar
Tua majestade me faz te admirar
Pois sendo Rei aceitaste o plebeu
Eu que estava assentado à porta do palácio
Tinha os pés feridos entregues aos laços
Tão distante da Tua glória quanto a Lua está do Sol
Eu que estava assentado à beira de uma estrada
Para o meu fim não, não faltava nada
Que surpresa quando o Rei fez-se amigo do plebeu
Me levou consigo ao palácio real
Me deu novas vestes um anel sem igual
Te assenta à minha mesa foi o que ouvi
Comi do banquete que o próprio Rei fez pra mim
E quanto mais tempo eu passo com o meu Rei
Mais fascinado por ele fico eu sei
Sei que os nobres com os nobres estão
Mas este nobre Rei me amou de coração
Eu não tenho explicação
Mais eterna gratidão
Pois o Rei fez-se amigo do plebeu
The King and the Commoner
Your presence attracts me, my King
Your anointing makes me desire you
Your holiness makes me want
To be holy just to please your being
Your strong arm makes me rest
Your firm gaze reassures me
Your majesty makes me admire you
For being a King, you accepted the commoner
I who was seated at the palace gate
Had my feet wounded, delivered to the bonds
As distant from Your glory as the Moon is from the Sun
I who was seated by the roadside
For my end, nothing was missing
What a surprise when the King became friends with the commoner
He took me with him to the royal palace
Gave me new clothes, a unique ring
To sit at my table is what I heard
I ate from the banquet the King himself made for me
And the more time I spend with my King
The more fascinated I become, I know
I know that nobles are with nobles
But this noble King loved me from the heart
I have no explanation
Just eternal gratitude
For the King became friends with the commoner
Escrita por: Fabiana / Marcelo Dias