Cresça (part. Leandro Borges)
Senhor não quero ser refém de mim mesmo
Venha me salvar
Mesmo que eu seja alguém
Que eu não venha me vangloriar
Crucifico o meu ego
Pra que tu cresças sobre mim
Me esvazio dos meus ideais
Quero transbordar mais de ti
Senhor, me esconda em tua graça
E no teu amor
Me esconda em cavernas se preciso for
Não quero estar em evidência
Se não for pra tua glória e pro teu louvor
Senhor, blindado em tua verdade
Está o meu coração
O meu fascinio está além da multidão
Rejeito babilônia, seus manjares
Os altares da corrupção
Cresça!
Até que o meu eu desapareça
Até a tua glória me cobrir
Quero tua presença exalando em mim
Que eu diminua e o senhor cresça
Que o teu nome esteja
Sempre em evidência
E tua glória eternamente permaneça
Senhor que eu venha diminuir
E a tua glória vá além de mim
Que o senhor cresça em nossos louvores
E o desejo desenfreado
Pela fama desapareça
Que cresça a verdade do evangelho
Em nossa pregação
E desapareça o desejo de se alto promover
Através do ministério
Que as máscaras do templo caiam
E a soberania de Deus seja vista
Que os holofotes acesos
Sobre o ego humano se apaguem
E o nome de Cristo seja honrado
Que os palcos de vingança
Venham ao chão
E sejam erguidos altares de adoração
Que não seja da boca pra fora!
Mas que seja sincera a declaração
Que o nosso eu desapareça
E que o senhor cresça nessa canção!
Cresça!
Até que o meu eu desapareça
Até a tua glória me cobrir
Quero tua presença exalando em mim
Que eu diminua e o senhor cresça
Que o teu nome esteja
Sempre em evidência
E tua glória eternamente permaneça
Senhor que eu venha diminuir
E a tua glória vá além de mim
No pó, no barro formastes o homem
Feito em tuas mãos, criador tão nobre
Eles não tem, não possuem, não são
É a só a caneta és o autor da canção
Nem fama, nem palco, nem honra, nem aplauso
Traduzem o preço na cruz que foi pago
(A renúncia existe, vai na contra mão)
Nós somos só a voz
Que anuncia a salvação
Tesouros em vasos de barro
Pra que a excelência seja tua
Brilhando o farol e sendo tua luz
Nas ruas mais escuras
Ninguém rouba tua glória
Ninguém toma o teu trono
Ai daquele que mexe
E troca manjares por honra, da igreja és o dono
Que sopra e erga teu nome
Que venha a justiça e o teu reino
Que a glória na cruz confronte
Os grandes e caiam de joelhos
Somos o pincel, só tu és artista
Que eu diminua e o senhor cresça
Cresça!
Cresça!
Até que o meu eu desapareça
Até a tua glória me cobrir
Quero tua presença exalando em mim
Que eu diminua e o senhor cresça
Que o teu nome esteja
Sempre em evidência
E tua glória eternamente permaneça
Senhor que eu venha diminuir
E a tua glória vá além de mim
Cresça!
Até que o meu eu desapareça
Até a tua glória me cobrir
Quero tua presença exalando em mim
Que eu diminua e o senhor cresça
Que o teu nome esteja
Sempre em evidência
E tua glória eternamente permaneça
Senhor que eu venha diminuir
E a tua glória vá além de mim
Além de mim
Cresça!
Crecimiento (feat. Leandro Borges)
Señor, no quiero ser rehén de mí mismo
Ven a salvarme
Aunque sea alguien
Que no se jacte de mí
Crucifico mi ego
Para que tú crezcas en mí
Me vacío de mis ideales
Quiero desbordar más de ti
Señor, escóndeme en tu gracia
Y en tu amor
Escóndeme en cuevas si es necesario
No quiero estar en evidencia
Si no es para tu gloria y tu alabanza
Señor, blindado en tu verdad
Está mi corazón
Mi fascinación va más allá de la multitud
Rechazo Babilonia, sus manjares
Los altares de la corrupción
¡Crecimiento!
Hasta que mi yo desaparezca
Hasta que tu gloria me cubra
Quiero tu presencia exhalando en mí
Que yo disminuya y tú crezcas
Que tu nombre esté
Siempre en evidencia
Y tu gloria permanezca eternamente
Señor, que yo venga a disminuir
Y tu gloria vaya más allá de mí
Que tú crezcas en nuestras alabanzas
Y el deseo desenfrenado
Por la fama desaparezca
Que crezca la verdad del evangelio
En nuestra predicación
Y desaparezca el deseo de promoverse
A través del ministerio
Que las máscaras del templo caigan
Y la soberanía de Dios sea vista
Que los focos encendidos
Sobre el ego humano se apaguen
Y el nombre de Cristo sea honrado
Que los escenarios de venganza
Vengan al suelo
Y se levanten altares de adoración
¡Que no sea de la boca para afuera!
Sino que sea sincera la declaración
Que nuestro yo desaparezca
Y que tú crezcas en esta canción!
¡Crecimiento!
Hasta que mi yo desaparezca
Hasta que tu gloria me cubra
Quiero tu presencia exhalando en mí
Que yo disminuya y tú crezcas
Que tu nombre esté
Siempre en evidencia
Y tu gloria permanezca eternamente
Señor, que yo venga a disminuir
Y tu gloria vaya más allá de mí
Del polvo, del barro formaste al hombre
Hecho en tus manos, creador tan noble
Ellos no tienen, no poseen, no son
Solo tú eres el autor de la canción
Ni fama, ni escenario, ni honor, ni aplausos
Traducen el precio en la cruz que fue pagado
(La renuncia existe, va en contramano)
Nosotros somos solo la voz
Que anuncia la salvación
Tesoros en vasos de barro
Para que la excelencia sea tuya
Brillando el faro y siendo tu luz
En las calles más oscuras
Nadie roba tu gloria
Nadie toma tu trono
Ay de aquel que toca
Y cambia manjares por honor, de la iglesia eres el dueño
Que sople y levante tu nombre
Que venga la justicia y tu reino
Que la gloria en la cruz confronte
A los grandes y caigan de rodillas
Somos el pincel, solo tú eres el artista
Que yo disminuya y tú crezcas
¡Crecimiento!
¡Crecimiento!
Hasta que mi yo desaparezca
Hasta que tu gloria me cubra
Quiero tu presencia exhalando en mí
Que yo disminuya y tú crezcas
Que tu nombre esté
Siempre en evidencia
Y tu gloria permanezca eternamente
Señor, que yo venga a disminuir
Y tu gloria vaya más allá de mí
¡Crecimiento!
Hasta que mi yo desaparezca
Hasta que tu gloria me cubra
Quiero tu presencia exhalando en mí
Que yo disminuya y tú crezcas
Que tu nombre esté
Siempre en evidencia
Y tu gloria permanezca eternamente
Señor, que yo venga a disminuir
Y tu gloria vaya más allá de mí
Más allá de mí
¡Crecimiento!
Escrita por: Eduardo Schenatto / André Bueno / Leandro Borges / Tony Ricardo / Rogério Jr.