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Cosas de Ti

Vanusa

Coisas de Você

Eu sou obrigada a desertar um pouco
Você vai ouvir
O que não quer ouvir

Você pensa, pensa
Mas não pensa nada
Que faça você evoluir

Você acorda
Come, dorme
Dá uma volta
Gira em torno de si mesma
E se acha maioral

Vive morta
Desconhece a alegria
O real e a fantasia
Pra você é sempre igual

Excêntrica
Dotada de grande vaidade
Não distingue um adeus de saudade
Não consegue saber nem quem é

É louca
Carrega debaixo da roupa
Uma casca cansada da vida
A tristeza de ser e existir

Excêntrica
Dotada de grande vaiada
Não distingue um adeus de saudade
Não consegue saber nem quem é

É louca
Carrega debaixo da roupa
Uma casca cansada da vida
A tristeza de ser e existir

É louca!
Carrega debaixo da roupa
Uma casca cansada da vida
A tristeza de ser e existir

Cosas de Ti

Estoy obligada a alejarme un poco
Vas a escuchar
Lo que no quieres oír

Tú piensas, piensas
Pero no piensas en nada
Que te haga evolucionar

Te levantas
Comes, duermes
Das una vuelta
Giras en torno a ti misma
Y te crees la gran cosa

Vives muerta
Desconoces la alegría
Lo real y la fantasía
Para ti siempre es igual

Excéntrica
Dotada de gran vanidad
No distingue un adiós de la nostalgia
No logra saber ni quién es

Está loca
Lleva debajo de la ropa
Una cáscara cansada de la vida
La tristeza de ser y existir

Excéntrica
Dotada de gran vanidad
No distingue un adiós de la nostalgia
No logra saber ni quién es

Está loca
Lleva debajo de la ropa
Una cáscara cansada de la vida
La tristeza de ser y existir

¡Está loca!
Lleva debajo de la ropa
Una cáscara cansada de la vida
La tristeza de ser y existir

Escrita por: Peninha