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El silencio de los corderos

Vanusa

O Silêncio dos Inocentes

Eu quero que você se aproxime
Do meu peito, do meu lado
E sinta o tremor que me sacode
Quando estou iluminado

É o clarão dos aviões
Dos animais
Das perdidas inocências
Das primeiras confidências
Das segundas intenções

Eu quero que você
Não me interrompa
Quando o beijo
Está colado
Mas ponha a sua mão
Na escuridão
Desse corpo já tomado

É a razão dessa manhã
Desse cristal
Do silêncio dos inocentes
Combinando com a gente
Condenando a solidão

Quanto mais ousamos
É diferente
Quando penetramos
É profundamente
No amor
É profundamente
No amor
É profundamente

É o clarão dos aviões
Dos animais
Das perdidas inocências
Das primeiras confidências
Das segundas intenções

Quanto mais ousamos
É diferente
Quando penetramos
É profundamente
No amor
É profundamente
No amor
É profundamente

El silencio de los corderos

Quiero que te acerques
En mi pecho, en mi lado
Y sentir el temblor que me sacude
Cuando me ilumine

Es la llamarada de los aviones
Animales
De la inocencia perdida
Desde las primeras confidencias
De las intenciones posteriores

Quiero que lo hagas
No me interrumpas
Cuando beso
Está pegado
Pero pon tu mano
En la oscuridad
De este órgano ya tomado

Es la razón por la que esta mañana
De este cristal
Del silencio de los inocentes
Coincidir con nosotros
Condenando la soledad

Cuanto más nos atrevemos
Es diferente
Cuando penetramos
Es profundamente
En el amor
Es profundamente
En el amor
Es profundamente

Es la llamarada de los aviones
Animales
De la inocencia perdida
Desde las primeras confidencias
De las intenciones posteriores

Cuanto más nos atrevemos
Es diferente
Cuando penetramos
Es profundamente
En el amor
Es profundamente
En el amor
Es profundamente

Escrita por: Zé Ramalho