Cidadão
Expandiu-se a ignorância
Já descontrolou
Nasce a sede de vingança
E quem não enxergou
Que a Babilônia esta enfurecida
Irmãos do gueto procuram a saída
Vidas que não se entendem
Vidas que não se compreendem
Mas a noite não tem fim
A historia é repetida
Na calada o calo aperta
Meu povo chora mais não grita
É a policia quem atira
Mais a política conspira, conspira, conspira
Expandiu-se a ignorância
Já descontrolou
Nasce a sede de vingança
E quem não enxergou
O cidadão, cidadão.
Quanto vale o seu coração
E a sua honra cidadão
Me diga quanto lhe pagarão (2x)
Eh...Uma epidemia de falsas opiniões
Que se alastra pela cidade
Cheias de calamidade e enganações
Pessoas que se dizem ser do bem
Só que na verdade fazem mais palhaçadas que os trapalhões
Você deve estar rindo agora
Só que a parada não ta pra brincadeira
A idéia aqui é federal saco Lalau ?
Mando o verbo no compasso
Sigo a rima vou pro abraço
Mato a cobra e mostro o pau
Não me interprete mal
Ciudadano
Se ha expandido la ignorancia
Ya se ha descontrolado
Surge la sed de venganza
Y aquellos que no lo vieron
Que Babilonia está furiosa
Hermanos del gueto buscan la salida
Vidas que no se entienden
Vidas que no se comprenden
Pero la noche no tiene fin
La historia se repite
En silencio, el callo aprieta
Mi gente llora pero no grita
Es la policía la que dispara
Y la política conspira, conspira, conspira
Se ha expandido la ignorancia
Ya se ha descontrolado
Surge la sed de venganza
Y aquellos que no lo vieron
El ciudadano, ciudadano
¿Cuánto vale tu corazón?
Y tu honor, ciudadano
Dime cuánto te pagarán (2x)
Eh...Una epidemia de falsas opiniones
Que se extiende por la ciudad
Llenas de calamidades y engaños
Personas que dicen ser buenas
Pero en realidad hacen más payasadas que los Trapalhões
Tal vez estés riendo ahora
Pero la situación no es para bromas
La idea aquí es seria, ¿entiendes?
Lanzo la palabra al compás
Sigo la rima y voy al grano
Mato la serpiente y muestro el palo
No me malinterpretes