Noites
Noites vão passar
Quebra o gelo e se desfaz
Não adianta acreditar em heróis
É tão vulgar
Não, não, não, não
Não, não, não, não
Cai o copo
Não adianta nadar contra a correnteza
Não se julga alguém pelo que faz
Ou pela tristeza
Não, não, não, não
Não, não, não, não
As ruas tão vazias
Não adianta atravessar
Ou se vive como se quer
Ou não adianta nem viver
Não, não, não, não
Não, não, não, não
Noches
Noches van a pasar
Rompe el hielo y se deshace
No sirve de nada creer en héroes
Es tan vulgar
No, no, no, no
No, no, no, no
Se cae el vaso
No sirve de nada nadar contra la corriente
No se juzga a alguien por lo que hace
O por la tristeza
No, no, no, no
No, no, no, no
Las calles tan vacías
No sirve de nada cruzar
O se vive como se quiere
O no sirve ni siquiera vivir
No, no, no, no
No, no, no, no