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Florescência

Vauruvã

Acorde a vaga essência dos signos
Seja ao menos, ao menos outra vez
Peixe-pássaro nas nascentes
Siga o aguará pela planície
Semeie a vida por mais um milênio

Para o lar das serras há caminho
Há cura entre arroios e jatobás
Não se esconda à vista das luas
Persiga seu rastro até a aurora

Reverdecer então será
Vir a ser
Florescência

Escrita por: Bruno Augusto Ribeiro