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Esa Ausencia

Vega

Essa Falta

Estranho aceitar, estranho acreditar
Mas difícil viver dia-a-dia sem você
Sinto que perdi o desejo de seguir
Sinto que deixei muito a dizer
E conto as horas sem parar
E nesse lá e cá,
Passa o tempo e nada muda de lugar
Por mais que eu queira aceitar
Há sempre a hora de partir
Mas não há nada, nada, nada, nada
Que me faça reagir
Por mais que eu queira aceitar
Por mais que eu queira me iludir
Não há nada, nada, nada, nada
Que me faça reagir a sua falta
Essa falta...

Que não sai, que não se desfaz
Que destrói a minha paz
Destrói a minha paz

Sinto presente os velhos sonhos cultivados
Tudo em vão...
São Lembranças, são memórias
E o que resta é solidão
Por mais que eu lute, por mais que eu cale
Por mais que eu queira me iludir
Não há nada, nada, nada, nada
Que me faça reagir
Por mais que eu eu sinta, sinto uma falta
Que não tem pra onde ir

Que não sai, que não se desfaz
Que destrói a minha paz
Destrói a minha paz

Esa Ausencia

Es extraño aceptar, es extraño creer
Pero es difícil vivir día a día sin ti
Siento que he perdido el deseo de seguir
Siento que dejé mucho por decir
Y cuento las horas sin parar
Y en este ir y venir,
El tiempo pasa y nada cambia de lugar
Por más que quiera aceptar
Siempre llega la hora de partir
Pero no hay nada, nada, nada, nada
Que me haga reaccionar
Por más que quiera aceptar
Por más que quiera ilusionarme
No hay nada, nada, nada, nada
Que me haga reaccionar a tu ausencia
Esa ausencia...

Que no se va, que no desaparece
Que destruye mi paz
Destruye mi paz

Siento presente los viejos sueños cultivados
Todo en vano...
Son recuerdos, son memorias
Y lo que queda es soledad
Por más que luche, por más que calle
Por más que quiera ilusionarme
No hay nada, nada, nada, nada
Que me haga reaccionar
Por más que sienta, siento una ausencia
Que no tiene a dónde ir

Que no se va, que no desaparece
Que destruye mi paz
Destruye mi paz

Escrita por: Marcos Kleine, Claudia Gomes