395px

Saudosa Mangueira (part. Alcione)

Velha Guarda Da Mangueira

Saudosa Mangueira (part. Alcione)

A Velha Guarda da Mangueira mantendo a tradição
Que Beleza! Diz aí, Alcione
Valeu Jurandir, valeu Velha Guarda!

Tenho saudades da Mangueira
Daquele tempo em que eu batucava por lá
Tenho saudade do terreiro da escola
Sou do tempo do Cartola
Velha guarda, o que é que há? (O que que há?)

Eu sou do tempo em que malandro não descia
Mas a polícia no morro também não subia
Eu sou do tempo em que malandro não descia
Mas a polícia no morro também não subia

Aí, Mangueira
Minha saudosa Mangueira
Depois que o progresso chegou
Tudo se transformou
E Mangueira mudou

Já não se samba mais à luz do lampião
E a cabrocha não vai no terreiro de pé no chão
Já não se samba mais à luz do lampião
E a cabrocha não vai no terreiro de pé no chão

Tenho saudades da Mangueira
Daquele tempo em que eu batucava por lá (ai, que saudade!)
Tenho saudade do terreiro da escola
Sou do tempo do Cartola
Velha guarda o que é que há? (O que que há?)

Eu sou do tempo em que malandro não descia
Mas a polícia no morro também não subia
Eu sou do tempo em que malandro não descia
Mas a polícia no morro também não subia

Aí, Mangueira
Minha saudosa Mangueira
Depois que o progresso chegou
Tudo se transformou
E Mangueira mudou

Já não se samba mais à luz do lampião
E a cabrocha não vai no terreiro de pé no chão
Já não se samba mais à luz do lampião
E a cabrocha não vai no terreiro de pé no chão

Já não se samba mais à luz do lampião
E a cabrocha não vai no terreiro de pé no chão
Já não se samba mais à luz do lampião
E a cabrocha não vai no terreiro de pé no chão

Saudosa Mangueira (part. Alcione)

La Vieja Guardia de Mangueira manteniendo la tradición
¡Qué belleza! Dime, Alcione
¡Gracias Jurandir, gracias Vieja Guardia!

Tengo nostalgia de Mangueira
De aquel tiempo en que yo tocaba por allá
Tengo nostalgia del patio de la escuela
Soy de la época de Cartola
Vieja guardia, ¿qué pasa? (¿Qué pasa?)

Soy de la época en que el malandro no bajaba
Pero la policía en el cerro tampoco subía
Soy de la época en que el malandro no bajaba
Pero la policía en el cerro tampoco subía

Ahí, Mangueira
Mi saudosa Mangueira
Después que llegó el progreso
Todo se transformó
Y Mangueira cambió

Ya no se samba más a la luz del candil
Y la cabrocha no va al patio descalza
Ya no se samba más a la luz del candil
Y la cabrocha no va al patio descalza

Tengo nostalgia de Mangueira
De aquel tiempo en que yo tocaba por allá (¡ay, qué nostalgia!)
Tengo nostalgia del patio de la escuela
Soy de la época de Cartola
Vieja guardia, ¿qué pasa? (¿Qué pasa?)

Soy de la época en que el malandro no bajaba
Pero la policía en el cerro tampoco subía
Soy de la época en que el malandro no bajaba
Pero la policía en el cerro tampoco subía

Ahí, Mangueira
Mi saudosa Mangueira
Después que llegó el progreso
Todo se transformó
Y Mangueira cambió

Ya no se samba más a la luz del candil
Y la cabrocha no va al patio descalza
Ya no se samba más a la luz del candil
Y la cabrocha no va al patio descalza

Ya no se samba más a la luz del candil
Y la cabrocha no va al patio descalza
Ya no se samba más a la luz del candil
Y la cabrocha no va al patio descalza

Escrita por: Herivelto Martins