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Ve de una vez

Velha Guarda da Portela

Vai Mesmo

Vai mesmo
Para mim não causa pena
Para fazer, não tiveste remorso
Queres te esconder
Mas a culpa te condena
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Vai mesmo
Para mim não causa pena
Para fazer, não tiveste remorso
Queres te esconder
Mas a culpa te condena
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Eu te consagrei
Num amor como ninguém
Me foste perjura
Vai, ó criatura, para o meu bem

Vai mesmo
Para mim não causa pena
Para fazer, não tiveste remorso
Queres te esconder
Mas a culpa te condena
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Vai mesmo
Para mim não causa pena
Para fazer, não tiveste remorso
Queres te esconder
Mas a culpa te condena
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Eu te consagrei
Num amor como ninguém
Me foste perjura
Vai, ó criatura, para o meu bem

Vai mesmo
Para mim não causa pena
Para fazer, não tiveste remorso
Queres te esconder
Mas a culpa te condena
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Ve de una vez

Ve de una vez
Para mí no me da pena
Para hacer, no tuviste remordimiento
Quieres esconderte
Pero la culpa te condena
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Ve de una vez
Para mí no me da pena
Para hacer, no tuviste remordimiento
Quieres esconderte
Pero la culpa te condena
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Te consagré
En un amor como nadie
Fuiste perjura
Ve, oh criatura, por mi bien

Ve de una vez
Para mí no me da pena
Para hacer, no tuviste remordimiento
Quieres esconderte
Pero la culpa te condena
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Ve de una vez
Para mí no me da pena
Para hacer, no tuviste remordimiento
Quieres esconderte
Pero la culpa te condena
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Te consagré
En un amor como nadie
Fuiste perjura
Ve, oh criatura, por mi bien

Ve de una vez
Para mí no me da pena
Para hacer, no tuviste remordimiento
Quieres esconderte
Pero la culpa te condena
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Escrita por: Antônio Rufino