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Amanecer y Medianoche

Velhas Virgens

Madrugada e Meia

Ontem você acabou comigo
Quase não chego vivo em casa
Subi as escadas rastejando
Olhos vermelhos, lacrimejando
Todo cheio de porrada

Você mordeu meu pescoço
Encheu meus ouvidos de saliva
Comeu a carne e roeu o osso
Café da manhã, jantar, almoço
Não sobrou nada de mim

As algemas marcaram meus pulsos
Você chupou meus mamilos
Pingou vela no meu umbigo
Nos limites do perigo
Literalmente você me comeu

Mulher maluca, de onde você saiu
Eu vou fazer o que você mandar
Entro no clima, mas não sou viado
E dedo no meu cu você não vai enfiar

Tô aqui lembrando e rindo
Madrugada e meia de amor
Creme de leite, maionese
Pastel de cabelo à vinagrete
Caipirinha de suor

Você me deu um nó de perna
Chupou debaixo do meu saco
Minhas costas, meu sovaco
Me senti uma azeitona
Triturada na sua boca

E no final foi porra pra todo lado
Urros e gritos desafinados
Mas que putaria baby
Só que eu quero tudo outra vez

Amanecer y Medianoche

Ayer rompiste conmigo
Apenas llegué a casa con vida
Subí por las escaleras
Ojos rojos, riego
Todos golpeados

Me mordiste el cuello
Me llenó las orejas de saliva
Comía la carne y moría el hueso
Desayuno, cena, almuerzo
No queda nada de mí

Las esposas marcaron mis muñecas
Me chupaste los pezones
Vela caída en mi ombligo
Al borde del peligro
Literalmente me comiste

Loca mujer, ¿de dónde has salido?
Haré lo que tú digas
Me pongo de humor, pero no soy gay
Y el dedo en mi trasero no te pegarás

Estoy aquí recordando y riendo
Amanecer y medio de amor
Crema agria, mayonesa
Pastel de pelo con vinagreta
Sudor Caipirinha

Me diste un nudo en la pierna
Él chupó debajo de mis bolas
Mi espalda, mi axila
Me sentí como una aceituna
Aplastado en tu boca

Y al final se fue a todas partes
Houting y gritando fuera de tono
Qué hoot, nena
Sólo quiero todo de nuevo

Escrita por: Paulo De Carvalho