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La Tormenta

Veroz

A Tempestade

A tempestade parou
E eu nem percebi
O quanto se passou
E o que eu esqueci

Saudades do que não conheço
Em minha cabeça um filme passou
Imagens sem nexo um cinema mudo
E foi ai que tudo parou

Pensei em tudo,
Lembrei do nada
Só vi suas coisas
Na porta da sala

Bateu a porta e se foi
E tempestade recomeçou
Trovões e a raios me atormentam
Me enfrentam e não posso evitar

Passam noites e noites
E a chuva cai
Tempestades eternas da minha memória
E você não vai mais voltar

A tempestade parou
E eu nem percebi
O quanto se passou
E o que eu esqueci

Saudades do que não conheço
Em minha cabeça um filme passou
Imagens sem nexo um cinema mudo
E foi ai que tudo parou

Pensei em tudo,
Lembrei do nada
Só vi suas coisas
Na porta da sala

Bateu a porta e se foi
E tempestade recomeçou
Trovões e a raios me atormentam
Me enfrentam e não posso evitar

Passam noites e noites
E a chuva cai
Tempestades eternas da minha memória
E você não vai mais voltar

La Tormenta

La tormenta se detuvo
Y ni siquiera me di cuenta
De todo lo que pasó
Y lo que olvidé

Extraño lo que no conozco
En mi cabeza pasó una película
Imágenes sin sentido, un cine mudo
Y ahí fue donde todo se detuvo

Pensé en todo,
Recordé la nada
Solo vi tus cosas
En la puerta de la sala

Cerraste la puerta y te fuiste
Y la tormenta volvió a empezar
Truenos y rayos me atormentan
Me desafían y no puedo evitarlo

Pasaron noches y noches
Y la lluvia cae
Tormentas eternas en mi memoria
Y tú ya no volverás

La tormenta se detuvo
Y ni siquiera me di cuenta
De todo lo que pasó
Y lo que olvidé

Extraño lo que no conozco
En mi cabeza pasó una película
Imágenes sin sentido, un cine mudo
Y ahí fue donde todo se detuvo

Pensé en todo,
Recordé la nada
Solo vi tus cosas
En la puerta de la sala

Cerraste la puerta y te fuiste
Y la tormenta volvió a empezar
Truenos y rayos me atormentan
Me desafían y no puedo evitarlo

Pasaron noches y noches
Y la lluvia cae
Tormentas eternas en mi memoria
Y tú ya no volverás

Escrita por: Dinho