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Habeas Corpus

Versa Libertália

Habeas Corpus

E olha a rua 77 viciada com sua censura
Quantas trincheiras e quantas memórias que se fazem lá
Foi quando a loucura chegou em sua consciência e ruiu esse lugar
Num pó que arde a minha voz

Eu sei que eu vou parar numa esquina pra lhe dar
A sua consciência
Eu sei meu corpo corrompido foi chorar
E hoje tudo é cinza

E olha aquela casa sem a diferença de que um dia houve alguém
Uma mulher perdida
Segurando o fim com a dor
Sem sentir mais nada

Eu sei que eu vou parar numa esquina pra lhe dar
A sua consciência
Eu sei meu corpo corrompido foi chorar
E hoje tudo é cinza

Habeas Corpus

Y mira la calle 77 viciada con su censura
Cuántas trincheras y cuántos recuerdos se hacen allí
Fue cuando la locura llegó a su conciencia y derrumbó este lugar
En un polvo que quema mi voz

Sé que voy a parar en una esquina para darte
Tu conciencia
Sé que mi cuerpo corrompido llorará
Y hoy todo es ceniza

Y mira esa casa sin la diferencia de que un día hubo alguien
Una mujer perdida
Sosteniendo el final con dolor
Sin sentir más nada

Sé que voy a parar en una esquina para darte
Tu conciencia
Sé que mi cuerpo corrompido llorará
Y hoy todo es ceniza

Escrita por: Luis Haruna