Acróstico
Diante da ausência imensa morrem e nascem
Instintos e lembranças vivas de pedaços do passado
Entre esquecimento profundo
Guardo e esqueço
Odeio, amo e renasço
Mas o véu vivo e noturno traz consigo seus fantasmas
Aspirando a verdade nunca escrita
Repleta da face de uma palavra viva e morta
Tendo em si os lábios de esperança das sublimes Eras
Indo em direção ao seu próprio acaso
Nas entrelaçadas ruínas
Sentindo o êxtase inumano que necessitam os poetas
Acróstico
Ante la inmensa ausencia mueren y nacen
Instintos y recuerdos vivos de pedazos del pasado
Entre el olvido profundo
Guardo y olvido
Odio, amo y renazco
Pero el velo vivo y nocturno trae consigo sus fantasmas
Aspirando a la verdad nunca escrita
Llena del rostro de una palabra viva y muerta
Teniendo en sí los labios de esperanza de las sublimes Eras
Yendo hacia su propio destino
En las ruinas entrelazadas
Sintiendo el éxtasis inhumano que necesitan los poetas
Escrita por: Diego Martins do Nascimento