Anoitece-me
Em teus olhos com cor distopia
Abismos
Silêncios
Vestígios
Espinhos
Sangue
Os lábios de vertigem e o corpo em segredo absoluto
Em ti tudo é esquecimento profundo
Tudo é caos e anoitecer
Um infinito vestido sabor desejo
Entrelaçado na dissolução de minhas ruínas
Teu labiar surge com a esperança das sublimes Eras
E o êxtase inumano que necessita este poeta ávido
A imagem na escuridão sussurra teu nome
O corpo em tremor senti teu corpo
A paisagem nostálgica invade sem permissão
Tudo ao redor torna-se um pedaço vivo teu
Anochece en mí
En tus ojos con color distópico
Abismos
Silencios
Vestigios
Espinas
Sangre
Los labios de vértigo y el cuerpo en absoluto secreto
En ti todo es olvido profundo
Todo es caos y anochecer
Un infinito vestido con sabor a deseo
Entrelazado en la disolución de mis ruinas
Tu labio surge con la esperanza de las sublimes Eras
Y el éxtasis inhumano que necesita este poeta ávido
La imagen en la oscuridad susurra tu nombre
El cuerpo tembloroso siente tu cuerpo
El paisaje nostálgico invade sin permiso
Todo alrededor se convierte en un pedazo vivo tuyo
Escrita por: Diego Martins do Nascimento