Lembrança
Faça o impossível virtuoso diante da morte
Invente memórias que envolvam sua estação
O mundo insano agoniza em desventura
Paralisado em caos
Na face de algo sem espelho
Tua força fluir e o tempo não inveja
Porém o instante cruel surgirá
Esta sombra que escorre e veste
Todo ser que tenta sonhar
Dormem na memória imagens que o tempo engole
Sentimentos fantasmas
Flores com perfumes naftalina
Quantos abismos existem e oscilam nos porões das lembranças?
Recuerdo
Haz lo imposible virtuoso frente a la muerte
Inventa recuerdos que envuelvan tu estación
El mundo insano agoniza en desventura
Paralizado en caos
En la cara de algo sin espejo
Tu fuerza fluye y el tiempo no envidia
Pero el instante cruel surgirá
Esta sombra que se escurre y viste
Todo ser que intenta soñar
Duermen en la memoria imágenes que el tiempo devora
Sentimientos fantasmas
Flores con perfumes a naftalina
¿Cuántos abismos existen y oscilan en los sótanos de los recuerdos?
Escrita por: Diego Martins do Nascimento