Paranoia Melódica
Jogado às moscas famintas de odor
Odeio os padrões éticos
Linhas melódicas finitas do amor
No meio dos ladrões céticos
Paranoia louca pega a nós nesses entrementes
Os sãos perdem o princípio pros doentes
Crave as unhas em mim e mate-me
Mas não cave o meu túmulo
Meu cão morde, mas não late
Absurdo, a ignorância é o cúmulo
Paranoia louca pega a nós nesses entrementes
Os sãos perdem o princípio pros doentes
Sinto meu verso podre, inchado
E o meu corpo puro de sujeira
Me arrepia a cabeça as pedras
Rolam do meu bolso a ladeira
Paranoia louca pega a nós nesses entrementes
Os sãos perdem o princípio pros doentes
Histeria louca pega a nós nesses entrementes
Os sãos perdem o princípio pros doentes
Paranoia Melódica
Jogado a las moscas hambrientas de olor
Odio los patrones éticos
Líneas melódicas finitas del amor
En medio de los ladrones cínicos
Paranoia loca nos atrapa en estos momentos
Los sanos pierden el rumbo ante los enfermos
Clava las uñas en mí y mátame
Pero no caves mi tumba
Mi perro muerde, pero no ladra
Absurdo, la ignorancia es el colmo
Paranoia loca nos atrapa en estos momentos
Los sanos pierden el rumbo ante los enfermos
Siento mi verso podrido, hinchado
Y mi cuerpo limpio de suciedad
Me eriza la cabeza las piedras
Rodando de mi bolsillo la ladera
Paranoia loca nos atrapa en estos momentos
Los sanos pierden el rumbo ante los enfermos
Histeria loca nos atrapa en estos momentos
Los sanos pierden el rumbo ante los enfermos
Escrita por: Lecão Arroyo