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De vez en cuando

Victor Hugo

De Tempo em Tempo

De tempo em tempo quando cevo o amargo das ilusões
Dou folga aos tentos desencilhando minhas próprias emoções
Desde piazito me criei tramando cercas
Fui moirão, arame, fui alambrado
Naquele tempo gado xucro pastava livre sem marcação
Estradas largas, trilhos nos campos sem nenhuma divisão
Veio a ganância traçar novos caminhos
Campo invernada, corredor escravidão
(espia só , espia só
O resultado foi campo em pó) bis
De tempo em tempo tento esquecer do alambrado profissão
Do tempo ao tempo embriagado na cuia funda de um chimarão
Rincões abertos são lembranças da saudade
Prisões de arame são heranças da realidade

De vez en cuando

De vez en cuando cuando tengo las amargas ilusiones
Doy mi tentación afloja desilusionando mis propias emociones
Desde piazito me levanté tramando vallas
He estado lunático, alambre, he sido desgarrado
En ese momento el ganado Xucro pastoreo libre sin marcar
Caminos anchos, pistas en los campos sin división
La codicia vino a trazar nuevos caminos
Campo invernal, corredor de la esclavitud
(solo espía, solo espía
El resultado fue el campo de polvo) bis
De vez en cuando trato de olvidar la profesión que se desvanece
De vez en cuando borracho en la cuia profunda de un chimarão
Las esquinas abiertas son recuerdos de anhelo
Las prisiones de alambre son herencias de la realidad

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