Tal do Amor
Sigo acordando só
Esse quarto tem teu cheiro
A saudade é tamanha que abafa o desespero
Você é meu Sol da manhã
Que inspira e me guia
Sua voz aveludada me segue
Mesmo sem ser dita
É o tal do amor, é o mal do amar
Se apontarem o erro, me deixem errar ou não fantasiar
É um tormento não ter você
E eu que zelo por não sofrer, sofria mais
Amargamente nunca fui capaz
De me permitir aventurar, me encontrar
É um tormento não ter você
E eu que zelo por não sofrer, sofria mais
Amargamente nunca fui capaz
De me permitir aventurar, me encontrar
Tal del Amor
Sigo despertando solo
Este cuarto tiene tu aroma
La añoranza es tan grande que sofoca la desesperación
Tú eres mi Sol de la mañana
Que me inspira y me guía
Tu voz aterciopelada me sigue
Aun sin ser pronunciada
Es el tal del amor, es el mal de amar
Si señalan el error, déjenme equivocar o no fantasear
Es un tormento no tenerte
Y yo que cuido de no sufrir, sufría más
Amargamente nunca fui capaz
De permitirme aventurarme, encontrarme
Es un tormento no tenerte
Y yo que cuido de no sufrir, sufría más
Amargamente nunca fui capaz
De permitirme aventurarme, encontrarme
Escrita por: Victor Hugo Benício Carneiro