Aquela Calcinha
Ainda tô sentindo a dor da saudade
No meu peito invade a falta de você
Lá na nossa cama ainda tá teu cheiro
Volta pro vaqueiro e vem me aquecer
Aquela calcinha que você usava
Ficou lá em casa e só sai no seu corpo
Ficou no banheiro e pro meu desespero
Toda vez que eu vejo, eu vou beber de novo
Já bebi chorando e olhando pra ela
Eu vi você nele, e eu beijando seu corpo
Eu bebo dormi, e quando acordei
Eu vi que a cachaça me pegou de novo
Os cabelos lisos, bumbum empinado
A cor do pecado que só você tem
O teu rebolado me faz delirar
Pois deixa eu te amar
E vem me amar também
O teu rebolado me faz delirar
Pois deixa eu te amar
E vem me amar também
Já bebi chorando e olhando pra ela
Eu vi você nele, e eu beijando seu corpo
Eu bebo dormi, e quando acordei
Eu vi que a cachaça me pegou de novo
Os cabelos lisos, bumbum empinado
A cor do pecado que só você tem
O teu rebolado me faz delirar
Pois deixa eu te amar
E vem me amar também
O teu rebolado me faz delirar
Pois deixa eu te amar
E vem me amar também
Esa Tanga
Todavía siento el dolor de la nostalgia
En mi pecho se cuela la falta de ti
En nuestra cama todavía está tu aroma
Vuelve al vaquero y ven a calentarme
Esa tanga que solías usar
Se quedó en casa y solo sale en tu cuerpo
Se quedó en el baño y para mi desespero
Cada vez que la veo, vuelvo a beber
Ya bebí llorando y mirándola
Te vi en ella, besando tu cuerpo
Bebí y dormí, y al despertar
Vi que el aguardiente me atrapó de nuevo
Tu cabello liso, trasero levantado
El color del pecado que solo tú tienes
Tu movimiento me hace delirar
Déjame amarte
Y ven a amarme también
Tu movimiento me hace delirar
Déjame amarte
Y ven a amarme también
Ya bebí llorando y mirándola
Te vi en ella, besando tu cuerpo
Bebí y dormí, y al despertar
Vi que el aguardiente me atrapó de nuevo
Tu cabello liso, trasero levantado
El color del pecado que solo tú tienes
Tu movimiento me hace delirar
Déjame amarte
Y ven a amarme también
Tu movimiento me hace delirar
Déjame amarte
Y ven a amarme también
Escrita por: Tony Baldock