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Vecino (parte Mirella Costa)

Vincent

Vizinho (part. Mirella Costa)

Tem como você me notar?
Anota essa Anedota
Que me cobra a conta
Que você não vai falar
Eu pensei
Que viveria esse momento
Que desbrava meu pensamento
Mas errei

Vou desenhar pra você
Eu vou compor por você
Me distrair com você
Até sonhar de você
No embaraço, prazer
No desconforto, eu ser
Ao seu lado, dizer
Torpor na dor, eu querer
Exercitar a mente com suas palavras

Você é livro que não pode ser deixado na estante
E nesse instante, como visto antes
Ninguém conhece o autor
Mas, se admira com sua capa em cor vibrante
Conteúdo massivo, até pros pouca paciência
Mas eu sou paciente e de você eu só quero reverência
Demonstro competência e ciência do que faço ou digo
Quando eu ouço sua voz me soa como um suspiro

Tem como você me notar?
Anota essa Anedota
Que me cobra a conta
Que você não vai falar
Eu pensei
Que viveria esse momento
Que desbrava meu pensamento
Mas errei

Vou desenhar pra você
Eu vou compor por você
Me distrair com você
Até sonhar de você
No embaraço, prazer
No desconforto, eu ser
Ao seu lado, dizer
Torpor na dor, eu querer

Você quer liberdade mas não cabe nesse seu coração tão gigante
Eles falam de amor mas não todos ignorantes
Eu parei para refletir em nossa relação
Não existe nada, mas com ela eu fiz essa canção
Pra você existe uma grande parte do meu mundao
Você é minha fonte de inspiração
Cê é louca de achar que sou um ladrão
Não quero nada de ti à força
Vê se me entende, moça
Tô indignado com tuas lágrimas ocultas que fazem essa poça

Vou desenhar pra você
Eu vou compor por você
Me distrair com você
Até sonhar de você
No embaraço, prazer
No desconforto, eu ser
Ao seu lado, dizer
Torpor na dor, eu querer

Tá dando duro de si e precisa de um carinho
Prazer, Vicente
Seu mais novo vizinho

Vecino (parte Mirella Costa)

¿Hay alguna forma de que puedas notarme?
Escribe esta anécdota
Eso me cobra la cuenta
Que no hablarás
Pensé que
Que viviría este momento
Eso desentrañar mi pensamiento
Pero cometí un error

Dibujaré para ti
Voy a componer para ti
Distraerme contigo
Hasta que sueño contigo
En vergüenza, placer
En el malestar, estoy
A tu lado, di
Torpor en el dolor, quiero
Ejercita tu mente con tus palabras

Eres un libro que no se puede dejar en la estantería
Y en ese instante, como se ha visto antes
Nadie conoce al autor
Pero, déjese sorprender por su capa de color vibrante
Contenido masivo, incluso para poca paciencia
Pero soy paciente y de ti sólo quiero reverencia
Demostro competencia y ciencia de lo que hago o digo
Cuando oigo tu voz suena como un suspiro

¿Hay alguna forma de que puedas notarme?
Escribe esta anécdota
Eso me cobra la cuenta
Que no hablarás
Pensé que
Que viviría este momento
Eso desentrañar mi pensamiento
Pero cometí un error

Dibujaré para ti
Voy a componer para ti
Distraerme contigo
Hasta que sueño contigo
En vergüenza, placer
En el malestar, estoy
A tu lado, di
Torpor en el dolor, quiero

Quieres libertad pero no puedes caber en ese corazón gigante tuyo
Hablan de amor pero no todos ignorantes
Me detuve a reflexionar sobre nuestra relación
No hay nada, pero con ella hice esta canción
Para ti hay una gran parte de mi mundo
Eres mi fuente de inspiración
Estás loco al pensar que soy un ladrón
No quiero nada de ti por la fuerza
A ver si me entiende, señora
Estoy indignado por tus lágrimas escondidas que hacen este charco

Dibujaré para ti
Voy a componer para ti
Distraerme contigo
Hasta que sueño contigo
En vergüenza, placer
En el malestar, estoy
A tu lado, di
Torpor en el dolor, quiero

Estás trabajando duro y necesitas un abrazo
Un placer, Vicente
Tu vecino más nuevo

Escrita por: João Victor Alves