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El Antihéroe (Parte I)

Violins

O Anti-herói (Parte I)

Tranque a porta que eu já ouvi barulho lá fora
Pode ser que queiram roubar a minha moto nova
E queiram te violentar mas isso nem importa
É bem a cara desse mundo, você só deve olhar pela janela

E de repente eu pensei que puta morte bela se eu morrer
Pra defender os bens que eu comprei a prazo e a prestação
E fingir que é teu meu coração, fingir morrer por nós
Mas não, eu mato o ladrão
E você agora me tem devoção
A mim, um lambedor de chão
Que nem sei beber, sem te meter a mão

Tranque a porta que eu já ouvi barulho lá fora
Pode ser que queiram roubar a minha moto nova
E queiram te violentar mas isso nem importa
É bem a cara desse mundo, você só deve olhar pela janela

E de repente eu pensei que puta morte bela se eu morrer
Pra defender os bens que eu comprei a prazo e a prestação
E fingir que é teu meu coração, fingir morrer por nós
Mas não, eu mato o ladrão
E você agora me tem devoção
A mim, um lambedor de chão
Que nem sei beber, sem te meter a mão

Quanto tempo eu devo perseguir o bem
Eu devo perseguir alguém outra vez
Outra vez, outra vez.

Quanto tempo eu devo perseguir o bem
Eu devo perseguir alguém outra vez
Outra vez, outra vez.

El Antihéroe (Parte I)

Tranca la puerta que ya escuché ruido afuera
Puede ser que quieran robar mi moto nueva
Y quieran violentarte pero eso no importa
Es muy típico de este mundo, solo debes mirar por la ventana

Y de repente pensé qué muerte tan hermosa si muero
Para defender las cosas que compré a plazos y cuotas
Y fingir que mi corazón es tuyo, fingir morir por nosotros
Pero no, yo mato al ladrón
Y ahora me tienes devoción
A mí, un lamedor de suelo
Que ni sé beber, sin meterte la mano

Tranca la puerta que ya escuché ruido afuera
Puede ser que quieran robar mi moto nueva
Y quieran violentarte pero eso no importa
Es muy típico de este mundo, solo debes mirar por la ventana

Y de repente pensé qué muerte tan hermosa si muero
Para defender las cosas que compré a plazos y cuotas
Y fingir que mi corazón es tuyo, fingir morir por nosotros
Pero no, yo mato al ladrón
Y ahora me tienes devoción
A mí, un lamedor de suelo
Que ni sé beber, sin meterte la mano

¿Cuánto tiempo debo perseguir el bien?
¿Debo perseguir a alguien otra vez?
Otra vez, otra vez.

¿Cuánto tiempo debo perseguir el bien?
¿Debo perseguir a alguien otra vez?
Otra vez, otra vez.

Escrita por: Beto Cupertino