Doces Versos
(intro)
Caem flores caem folhas, caem folhas de papel riscados nela o seu nome e meu amor por você.
Nessas folhas escorre tinta tanta tinta feita mel, doces versos com seu nome e a dor que sinto por não poder te ter.
Dentro da minha loucura, não só penso em você eu também te sinto, mas não posso te ver.
E se disser que o tempo cura pode afirmar que não, mas, por favor, não faça um buraco dentro do meu coração.
(refrão)
Eu me apaixonei sem querer, mas não entendo o porquê de ser você.
Não vai ter jeito pra mim, a única solução é sofrer.
(intro)
Na minha cama de madrugada vendo a lua dar lugar ao sol, compondo sobre um navio que tem você como farol.
Navegando pelo mar um horizonte sem fim, quando olho para a terra os portos fechados para mim.
Dentro da minha loucura, não só penso em você eu também te sinto, mas não posso te ver.
E se disser que o tempo cura pode afirmar que não, mas, por favor, não faça um buraco dentro do meu coração.
(repete refrão e depois intro)
Doce Versos
(intro)
Caen flores, caen hojas, caen hojas de papel rayadas con tu nombre y mi amor por ti.
En estas hojas corre tinta, tanta tinta hecha miel, dulces versos con tu nombre y el dolor que siento por no poder tenerte.
Dentro de mi locura, no solo pienso en ti también te siento, pero no puedo verte.
Y si digo que el tiempo cura, puedo afirmar que no, pero por favor, no hagas un agujero en mi corazón.
(refrão)
Me enamoré sin querer, pero no entiendo por qué eres tú.
No habrá solución para mí, la única solución es sufrir.
(intro)
En mi cama de madrugada viendo la luna dar paso al sol, componiendo sobre un barco que te tiene como faro.
Navegando por el mar un horizonte sin fin, cuando miro hacia la tierra los puertos cerrados para mí.
Dentro de mi locura, no solo pienso en ti también te siento, pero no puedo verte.
Y si digo que el tiempo cura, puedo afirmar que no, pero por favor, no hagas un agujero en mi corazón.
(repite refrão y luego intro)
Escrita por: Vitor C. de Souza