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De Tiempo en Tiempo

Vítor Hugo

De Tempo em Tempo

Intro.: (Dm Gm A)2x Dm Bb A

Dm Gm A
De tempo em tempo quando cevo o amargo das ilusões
Dm Gm A
Dou folga aos tentos desencilhando minhas próprias emoções
D7 Gm
Desde piazito me criei tramando cercas
Dm A Dm Bb A
Fui moirão, arame, fui alambrado
Dm Gm A
Naquele tempo gado xucro pastava livre sem marcação
Dm Gm A
Estradas largas, trilhos nos campos sem nenhuma divisão
D7 Gm
Veio a ganância traçar novos caminhos
Dm A Dm D7
Campo invernada, corredor escravidão

Gm C F Bb
(Espia só , espia só
Gm A Dm D7
o resultado foi campo em pó) Bis
Intro
Dm Gm A
De tempo em tempo tento esquecer do alambrado profissão
Dm Gm A
Do tempo ao tempo embriagado na cuia funda de um chimarão
D7 Gm
Rincões abertos são lembranças da saudade
Dm A Dm D7
Prisões de arame são heranças da realidade
(refrão)

De Tiempo en Tiempo

Intro.: (Re menor Sol menor La)2x Re Sib La

Re Sol La
De tiempo en tiempo cuando cebo el amargo de las ilusiones
Re Sol La
Doy descanso a los pensamientos desenredando mis propias emociones
Re7 Sol
Desde chiquillo me crié tramando cercas
Re Sib Re Sib La
Fui poste, alambre, fui alambrado
Re Sol La
En aquel tiempo ganado salvaje pastaba libre sin marca
Re Sol La
Caminos anchos, rieles en los campos sin ninguna división
Re7 Sol
Vino la avaricia a trazar nuevos caminos
Re Sib Re Re7
Campo invernadero, corredor esclavitud

Sol Do Fa Sib
(Mira nada más, mira nada más
Sol La Re Re7
el resultado fue campo en polvo) Bis
Intro
Re Sol La
De tiempo en tiempo intento olvidar del alambrado profesión
Re Sol La
Del tiempo al tiempo embriagado en la bombilla profunda de un mate
Re7 Sol
Rincones abiertos son recuerdos de la nostalgia
Re Sib Re Re7
Prisiones de alambre son herencias de la realidad
(refrán)

Escrita por: MAURO MORAES