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Serenata

Vitreaux

Serenata

Pra que tanto ódio e agonia?
Só pra quem tentou lhe agradar
Palavrões e um balde d’água fria
Prometido nunca mais voltar

Quis em troca apenas um sorriso
Nada de dinheiro ou algo mais
Mas me trouxe apenas um prejuízo
Gripe que hoje não me deixa em paz

E serenatas nunca mais irei fazer
Nem pagando, muito menos por prazer
Bela noite pra ficar todo escaldado
Triste, rouco, louco e resfriado

Será que no tom eu estava fora?
Ou errei as notas do refrão
Era só pedir que eu ia embora
Não molhar eu e meu violão

Serenata

¿Para qué tanto odio y agonía?
Solo para aquellos que intentaron agradarte
Palabrotas y un balde de agua fría
Prometido nunca más volveré

Solo quería una sonrisa a cambio
Nada de dinero ni nada más
Pero solo me trajiste perjuicio
Un resfriado que hoy no me deja en paz

Y serenatas nunca más haré
Ni pagando, mucho menos por placer
Hermosa noche para terminar todo escaldado
Triste, ronco, loco y resfriado

¿Estaría desafinado?
¿O me equivoqué en las notas del estribillo?
Solo tenías que pedir y me habría ido
Sin mojarme a mí ni a mi guitarra

Escrita por: Lucas Oliveira Gonçalves