Funeral Branco
Quero sair dessa dança que sufoca os dedos dos pés e das mãos...
no peito, encardido de flores, o broche escondido no meu paletó
Aceita que eu vou partir, mas antes ainda passo ai
pra pegar os meus livros de sebo e o disco do stones
Nem vem com teu papo frio pra fazer meu café esfriar
quero ir mais distante do que você sempre foi pra mim.
Um troço qualquer inventivo se apega contigo e esquece o jantar
você pulou fora do carro e a nossa estória cansou de existir
Esse começo do fim cansei de inventar pra nós dois
é um exagero pois ando sozinho e prefiro que seja
assim divididos amigos no pó corroido em conversas de bar
que eu evitei por bom tempo as garrafas do bento pra te agradar
Funeral Blanco
Quiero salir de este baile que sofoca los dedos de los pies y de las manos...
en el pecho, manchado de flores, el broche escondido en mi saco
Acepta que me voy, pero antes aún paso por ahí
para recoger mis libros de segunda mano y el disco de los Stones
No vengas con tu charla fría a enfriar mi café
quiero ir más lejos de lo que siempre fuiste para mí.
Algo inventivo se aferra a ti y olvida la cena
te bajaste del auto y nuestra historia dejó de existir
Este comienzo del fin me cansé de inventarlo para los dos
es exagerado porque camino solo y prefiero que sea así
amigos divididos en el polvo corroído en charlas de bar
que evité por mucho tiempo las botellas de bento para complacerte
Escrita por: Anio Tales Carin