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La Vecina

Vivinho e Vivaldo

A Vizinha

Vizinha eu não sei se és casada
Se és solteira ou desquitada ou se vives com alguém
Eu só sei que aqui ao lado sofro triste
Amargurado por te querer tanto bem
Vizinha através desta parede imagino
Que tens sede como eu de muito amor
Vamos juntar nossa fossa nesta solidão
Que é nossa neste cálice de dor

Vizinha a parede que separa nossas vidas
Se compara a uma trincheira de amor
Tão perto, eu não posso acariciá-la
Nem ouvir a sua fala nem sentir o seu calor

Vizinha deve estar só do outro lado sem dormir
Curte um bocado uma canção do Altemar
No seu quarto a luz acesa é uma prova
De tristeza sem conseguir repousar
Bem cedo você passa indiferente por mim
No portão da frente e sem me cumprimentar
Vai embora eu fico olhando
E passo o dia esperando para ver você voltar

La Vecina

Vecina, no sé si estás casada
Si eres soltera, divorciada o si vives con alguien
Solo sé que aquí al lado sufro triste
Amargado por quererte tanto bien
Vecina, a través de esta pared imagino
Que tienes sed como yo de mucho amor
Vamos a unir nuestra tristeza en esta soledad
Que es nuestra en esta copa de dolor

Vecina, la pared que separa nuestras vidas
Se compara a una trinchera de amor
Tan cerca, no puedo acariciarte
Ni escuchar tu voz ni sentir tu calor

Vecina, debes estar sola al otro lado sin dormir
Disfrutas un montón una canción de Altemar
En tu habitación la luz encendida es una prueba
De tristeza sin poder descansar
Muy temprano pasas indiferente por mí
En la puerta de enfrente y sin saludarme
Te vas, yo me quedo mirando
Y paso el día esperando verte regresar

Escrita por: Carlos Cezar / Jose Fortuna